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Pasin destaca adiamento do leilão do Bloco 2 e cobra correções nas concessões

Nesta terça-feira, o deputado estadual Guilherme Pasin (PP) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa para se manifestar sobre o anúncio do Governo do Estado que altera o edital do Bloco 2 de concessões rodoviárias e estende o prazo para realização do leilão, que não ocorrerá mais em março, passando agora para o período entre maio e junho. Durante o pronunciamento, Pasin afirmou que a decisão é resultado dos apontamentos técnicos feitos pelo Tribunal de Contas do Estado e do trabalho desenvolvido pela CPI dos Pedágios no Parlamento gaúcho. “A política precisa aprender a ouvir. E quando o governo escuta e corrige a rota, quem vence é a sociedade”, destacou. O parlamentar reforçou que, desde o início, defende que contratos dessa magnitude devem ser construídos com equilíbrio, transparência e justiça tarifária. Segundo ele, o adiamento representa um avanço, mas não encerra o debate. Pasin chamou atenção especialmente para a situação do Bloco 3. Conforme o deputado, o modelo precisa ser reavaliado diante das tarifas elevadas e da ausência de redução efetiva ao usuário. “O Bloco 3 continua sendo o ponto central dessa discussão. Foi o bloco experimental. Gerou expectativa. Movimentou cifras bilionárias. E, até aqui, entregou pouco, ou quase nada, diante do que se paga. Tarifas elevadas, ausência de redução tarifária efetiva e impacto direto sobre quem trabalha, estuda e empreende na Serra Gaúcha.”, afirmou. O deputado também anunciou que pretende apresentar um encaminhamento a CPI sobre o seu projeto de lei que visa permitir a compensação de até 50% do IPVA para veículos que utilizam rodovias concedidas pelo Estado. A proposta, segundo ele, busca equilíbrio fiscal e reconhecimento ao contribuinte que já arca com impostos e pedágios.

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Mandato do deputado Guilherme Pasin integra missão técnica para conhecer sistema antigranizo em Santa Catarina

O mandato do deputado estadual Guilherme Pasin integra uma missão técnica realizada em Santa Catarina com o objetivo de conhecer o funcionamento do sistema antigranizo adotado no estado vizinho e avaliar a viabilidade de implantação da tecnologia em municípios da Serra Gaúcha. A agenda reúne lideranças políticas e equipes técnicas em busca de soluções preventivas frente aos recorrentes prejuízos causados por episódios de granizo no Rio Grande do Sul, especialmente na agricultura. O assessor do deputado estadual Guilherme Pasin, Danrlei Pilatti, ex-prefeito de Nova Pádua, participa da missão. Durante o roteiro, a comitiva visita, em Fraiburgo, a empresa AGF Antigranizo e o radar meteorológico, além das instalações da empresa Fischer, referências na aplicação da tecnologia. Em Videira, o grupo conhece a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina). Já em Caçador, a agenda inclui visita à Prefeitura Municipal para apresentação do projeto no município. O sistema catarinense utiliza geradores de iodeto de prata, tecnologia que reduz o tamanho das pedras de gelo ainda na atmosfera. Estudos e experiências locais indicam eficiência entre 60% e 90%, dependendo das condições climáticas. A expectativa das lideranças envolvidas é de que o Governo do Estado participe com aporte de recursos, enquanto a manutenção ficaria sob responsabilidade dos municípios. Atualmente, 24 municípios gaúchos já manifestaram interesse em aderir ao programa, sendo eles Alto Feliz, Antônio Prado, Bento Gonçalves, Campestre da Serra, Caxias do Sul, Coronel Pilar, Dois Lajeados, Farroupilha, Feliz, Flores da Cunha, Garibaldi, Guaporé, Ipê, Monte Belo do Sul, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira, Santa Tereza, São Francisco de Paula, São Marcos, São Valentim do Sul, Vale Real, Veranópolis e Vespasiano Corrêa. O deputado Guilherme Pasin acompanha a iniciativa e reforça a importância de ações que garantam segurança à produção agrícola. “Precisamos avançar em políticas públicas de prevenção. O granizo causa prejuízos recorrentes aos nossos produtores e à economia regional. Conhecer experiências que dão certo, como a de Santa Catarina, é fundamental para construirmos soluções viáveis e eficientes para o Rio Grande do Sul”, destaca Pasin.

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Comunidade de São Roque, em Bento Gonçalves, será beneficiada com novo Espaço Esportivo Comunitário

O município de Bento Gonçalves, por meio de articulação do mandato do deputado estadual Guilherme Pasin, em parceria com o deputado federal Afonso Hamm e a Prefeitura Municipal, obteve a aprovação para instalar um novo Espaço Esportivo Comunitário no Bairro São Roque, no loteamento Althaus. O investimento será destinado por meio do programa Espaços Esportivos Comunitários. O projeto prevê campo society com grama sintética, quadra 3×3, pista de caminhada, parquinho infantil, iluminação e mobiliário público urbano. Com valor estimado em R$ 1,5 milhão, a iniciativa oferecerá um espaço seguro e estruturado para práticas esportivas, lazer e convivência, promovendo saúde, bem-estar e integração para pessoas de todas as idades. “Estamos trazendo recursos para transformar este espaço em realidade. A única área urbana em Bento Gonçalves que estava pronta para receber esse projeto, dentro do prazo e das exigências técnicas, era aqui no São Roque. Por isso ficamos tão felizes com essa conquista. Esse centro será um ponto de encontro, esporte e convivência para todas as idades”, afirmou o deputado Guilherme Pasin. A construção Espaço é resultado de um trabalho conjunto dos mandatos dos deputados Guilherme Pasin e Afonso Hamm, entre os poderes federal e municipal, dos vereadores Eduardo Pompermaier e Edson Biasi e da comunidade, consolidando um importante avanço para o desenvolvimento social e esportivo da região.

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Audiência pública proposta por Pasin reúne parlamentares na Fiergs para debater estratégia para aprovação da PEC 27/2023

Proposta pelo deputado estadual Guilherme Pasin (PP), uma audiência pública da Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa mobilizou dezenas de parlamentares estaduais e federais, prefeitos, entidades empresariais e representantes da sociedade gaúcha nesta segunda-feira (24), na sede da Fiergs, com o objetivo de debater estratégias para a aprovação da PEC 27/2023. Em análise em comissão especial na Câmara dos Deputados, o texto prevê a criação de fundos constitucionais para incentivar o desenvolvimento das regiões Sul e Sudeste. Se a proposta for aprovada, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná passariam a ter aproximadamente R$ 9 bilhões adicionais por ano para estimular novos investimentos e a geração de emprego e renda na região. Conforme a PEC 27/2023, os recursos viriam de 1% do montante arrecadado pela União por meio do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ou seja, não haveria aumento de tributação, mas redistribuição da receita que hoje fica em Brasília. O texto também não prevê retirada de incentivos para outras regiões que hoje possuem fundos próprios. Durante a sequência de intervenções, parlamentares lembraram que o Sul e o Sudeste são as duas regiões que ainda não contam com fundos constitucionais de desenvolvimento. Em sentido contrário, Centro-Oeste, Nordeste e Norte possuem fundos com recursos específicos para fomentar a economia das regiões desde 1989. “Nas últimas décadas, temos visto a migração de investimentos para outras regiões do país. Vivemos em uma federação que deveria garantir condições iguais de desenvolvimento, e isso não está ocorrendo. A cada R$ 100 que o Sul arrecada, apenas R$ 26 retornam para cá. Precisamos equilibrar essas condições para atrair investimentos e garantir o futuro do RS. Essa não é uma pauta partidária ou ideológica. É um tema que trata da própria existência do nosso estado”, afirmou Pasin. Entusiasta da PEC 27/2023, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou que a pauta já vem sendo debatida pelas federações gaúcha, catarinense e paranaense. “A Fiergs será sempre parceira na discussão de políticas públicas que estimulem o desenvolvimento do RS. Esse fundo pode mudar o nosso futuro. As regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte estão amparadas há décadas. Para o Sul, um dos motores econômicos do país, a criação desse fundo não é um favor, mas uma questão de justiça. Significa trazer recursos para gerar emprego e renda para a nossa população. Essa pauta é de todos os gaúchos, e a união dos poderes e da sociedade é essencial para que ela avance”, ressaltou o presidente da Fiergs. Representando o Governo do Estado, o secretário da Casa Civil, Artur Lemos, observou que a articulação conjunta entre parlamentares do Sul e Sudeste será determinante para o avanço da PEC em Brasília. “Unindo Sudeste e Sul, podemos alcançar o êxito que faltou em outros momentos. O Sul e o Sudeste precisam continuar crescendo, não podemos nivelar por baixo. Queremos que todos os estados estejam em um patamar mais alto. Não temos zona franca, não temos fundo constitucional e não queremos tirar nada dos demais. É preciso garantir fundos constitucionais para nossas regiões”, avaliou o secretário. Ao final do encontro, Pasin reforçou que o objetivo central da mobilização é engajar deputados estaduais, prefeitos, entidades e a sociedade civil para fortalecer a bancada federal gaúcha na articulação da PEC 23/2027 no Congresso. Nos próximos dias, parlamentares e representantes do setor produtivo gaúcho devem lançar um manifesto em favor da aprovação da proposta de emenda à Constituição. Números comprovam desigualdade Durante a audiência, a economista sênior na Fiergs Caroline Puchale apresentou uma série de números que demonstram o desequilíbrio de incentivos entre as regiões do Brasil. Em 2024, por exemplo, a região Sul contribuiu para os cofres federais com R$ 266,8 bi bilhões, mas só recebeu R$ 56,7 bilhões de volta em transferências da União. Na soma, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná perderam R$ 210,1 bilhões. Os fundos constitucionais do Centro-Oeste, Nordeste e Norte foram criados no final da década de 1980 com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais por meio da aplicação de recursos em atividades produtivas nas regiões menos desenvolvidas. Hoje, porém, a realidade é diferente. Segundo estudo da Fiergs, o RS tem quantidade semelhante de pessoas abaixo da linha da pobreza (1,6 milhão) em relação a estados historicamente mais vulneráveis como Amazonas (1,9 milhão), Rio Grande do Norte (1,6 milhão), Alagoas (1,6 milhão) e Piauí (1,5 milhão).

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Rota dos Capitéis avança na Assembleia Legislativa

O Projeto de Lei 59/2025, de autoria do deputado Guilherme Pasin, que institui o roteiro turístico regional “Rota dos Capitéis” no Rio Grande do Sul, deu mais um passo importante nesta terça-feira (12). A proposta foi aprovada, por unanimidade, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa. A iniciativa busca valorizar e preservar o patrimônio religioso, cultural e histórico deixado pela imigração italiana na Serra Gaúcha, conectando dez municípios em um roteiro que reúne igrejas, capelas, grutas e capitéis, muitos deles com mais de um século de história. “A criação da Rota dos Capitéis fortalece o turismo religioso e cultural, integra o calendário dos 150 anos da imigração italiana e é fundamental para manter viva a história e a fé que moldaram a identidade da nossa região”, destacou o deputado Guilherme Pasin. O roteiro será formado por Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Farroupilha, Garibaldi, Imigrante, Monte Belo do Sul, Pinto Bandeira e Santa Tereza. O percurso é composto de vários micro roteiros, interligados a uma rota principal, que os turistas poderão percorrer de carro, a pé ou de bicicleta. Ao todo, são 10 roteiros de cicloturismo e 15 roteiros de caminhada, enveredados por trilhas, passando por cerca de 500 templos. Com a aprovação na CCJ, o PL segue na Assembleia Legislativa em tramitação conclusiva, restando análise pela Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e Turismo (CEDST). Foto: Fernando Brasil / Gab. Deputado Pasin / Divulgação

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Deputado Pasin destaca legado da imigração italiana em Grande Expediente Especial na Assembleia Legislativa

O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) conduziu, nesta terça-feira, 20, um Grande Expediente Especial na Assembleia Legislativa em homenagem aos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul. Em seu discurso, o parlamentar destacou a influência decisiva dos imigrantes na formação econômica, social e cultural do Estado. “Mais de um terço da população gaúcha tem ascendência italiana. Essa história precisa ser lembrada, valorizada e celebrada”, afirma Pasin. A sessão reuniu autoridades, lideranças e representantes de entidades culturais, e contou com apresentação do grupo de Cantoria Italiana Mazzolin dei Fiori. Para o parlamentar, a data reafirma o compromisso com as raízes que moldaram o povo gaúcho. Foto: Fernando Brasil / Gab. Deputado Pasin / Divulgação

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Deputado Pasin homenageia Kepler Weber pelos 100 anos em solenidade realizada em Panambi

O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) participou, nesta segunda-feira, 12, da solenidade em comemoração aos 100 anos da Kepler Weber, em Panambi. A empresa, fundada em 1925, é uma das mais importantes do setor de armazenagem e beneficiamento de grãos da América Latina. Na ocasião, o parlamentar entregou uma placa em homenagem ao centenário da empresa aos seus representantes, como forma de reconhecimento pela contribuição histórica da Kepler Weber ao desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul. Com sede em Panambi, a empresa é símbolo de inovação, geração de empregos e compromisso com o agronegócio brasileiro. “É uma honra poder prestar esse reconhecimento a uma empresa que faz parte da história produtiva do nosso Estado. A Kepler Weber é motivo de orgulho para todos os gaúchos”, afirma o deputado.

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“Há recursos suficientes para que o Governo faça as obras que a população está clamando”, afirma deputado Pasin na Comissão de Economia da Assembleia Legislativa

Parlamentar propõe o uso dos recursos do Funrigs para priorizar obras urgentes nas regiões afetadas, como o Vale do Taquari, antes da implementação de novos pedágios O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) fez um discurso contundente durante reunião da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, realizada nesta quarta-feira, 19. O tema abordado foi o Plano de Concessão de Rodovias do Bloco 2, que está em andamento pelo Governo do Estado. Segundo o parlamentar, os R$ 1,3 bilhão aportados pelo Poder Executivo, por meio do Fundo de Reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul (Funrigs), poderiam ser utilizados para a realização de obras de duplicação de vias, criação de terceiras faixas e pavimentação asfáltica em trechos que, caso a proposta do governo seja aprovada, poderão receber o sistema de pedágio. As regiões do Vale do Taquari, parte da Serra e Planalto seriam as mais afetadas com a cobrança de pedagiamento. Segundo Pasin, o Bloco 2 das concessões é completamente diferente do que foi executado na concessão das rodovias da Serra, pertencentes ao Bloco 3. No entanto, o resultado será semelhante, com pedágios caros demais, que vão pesar no bolso do cidadão. O questionamento feito agora é em relação ao modelo, que, segundo o deputado, está equivocado. “Entre 2021 e 2022, quando não era mais prefeito nem deputado, mas gritava junto à CICS Serra, que o modelo do Bloco 3 estava completamente equivocado. Não escutaram. Está aí. Caro demais. Serviços sendo executados, sim, mas com valores exorbitantes. E o Bloco 2 não vai ser diferente”, afirma. Utilização dos recursos do Funrigs para obras prioritárias Pasin garante que os recursos existentes poderiam ser utilizados para dar início às obras. Ele exemplificou que, em outros momentos, a figura da concessão era adotada porque o Estado do Rio Grande do Sul não possuía recursos para realizar os investimentos necessários para atender às demandas da sociedade, como segurança no trânsito, melhoria da matriz viária para o escoamento da produção e estímulo ao desenvolvimento regional. “Ora, se o governo afirma aportar esse valor para equalizar ou equacionar a tarifa, por que não executar essas obras necessárias ou iniciar com as urgentes? Depois de executadas, será possível compreender o que falta e se é realmente necessário ou plausível”, observa. Em sua manifestação, o deputado fez um alerta sobre a urgência em destinar os recursos do Funrigs para serem aplicados até 2027. Caso contrário, os investimentos poderão não ser realizados. “Tudo o que é plantado frutifica. É isso que estamos defendendo. Argumentos não nos faltam para falar sobre essa situação da concessão do Bloco 2. Precisamos falar sobre as obras que estão neste plano. Não sabemos se são importantes ou necessárias. Temos de questionar o Governo do Estado sobre abrir mão de parte da arrecadação, uma vez que vai começar a cobrar pedágio. É necessário que façamos isso. Estou falando de moralidade, de bitributação, de justiça tributária”, garante. “Há recursos suficientes para que o Governo realize as obras que a população está clamando. Estamos pedindo que repensem, gritando para que entendam que, neste momento, não é o adequado para tratar desse assunto das concessões”, alerta. Proposta para compensação tributária nas concessões futuras Com a garantia de que futuras concessões atinjam seus reais objetivos, Pasin informou na reunião que seu gabinete já trabalha para enviar à Assembleia um projeto que garanta que, todas as vezes que o governo apresentar uma proposta de concessão, haja compensação em algum tributo cobrado ao cidadão. Caso contrário, não fará sentido conceder. “Aquilo que eu não consigo entregar a contento e abro mão para a iniciativa privada, também devo deixar de cobrar do cidadão pagador de impostos”, concluiu.

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Comissão Especial do Desenvolvimento Econômico dá primeiro passo

Nesta terça-feira (09), a Comissão Especial do Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa realizou sua primeira reunião oficial. A iniciativa, idealizada pelo deputado Guilherme Pasin (PP), tem como objetivo principal impulsionar a retomada econômica do estado, especialmente após as devastadoras cheias que assolaram diversas regiões em abril e maio deste ano. Durante a reunião, o deputado Delegado Zucco (REP) foi escolhido por unanimidade como vice-presidente da comissão, enquanto o deputado Rodrigo Lorenzoni (PL) assumirá o cargo de relator. O presidente da comissão, deputado Guilherme Pasin, ressaltou que a criação do grupo se torna ainda mais necessária após os eventos climáticos que impactaram fortemente a economia gaúcha. “A proposta foi protocolada em fevereiro, antes mesmo das cheias, mas teve seus objetivos potencializados pelas perdas de importantes setores econômicos do nosso estado. Agora, vamos concentrar esforços para reduzir ao máximo os impactos causados pelas cheias e criar o ambiente adequado para a retomada econômica no Rio Grande do Sul”, afirmou Pasin. Dentre as primeiras ações da comissão, estão previstas a revisão da legislação vigente e a busca por mecanismos que facilitem a retomada das atividades econômicas no estado. “Nossos primeiros desafios serão rever a legislação atual, buscar a discussão da Lei da Liberdade Econômica, aprovada na legislatura passada, e trazer a sociedade civil para debater como podemos tornar a legislação existente melhor, mais leve e menos burocrática na sua execução”, explicou Pasin. A comissão é composta por 12 deputados estaduais e tem um prazo de 120 dias para apresentar seu relatório final.

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PLC 108/2024 – Altera a Lei Complementar que cria o PISEG/RS

A proposição visa a alterar a Lei nº 15.224 de 10 de setembro de 2018, que cria o Programa de Incentivo ao Aparelhamento daSegurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul – PISEG/RS”. O PISEG/RS incentiva ao Aparelhamento da Segurança Pública por meio de aportes de recursos de empresas contribuintes de impostoestadual, posto que possibilita a empresários destinar até 5% do saldo devido de ICMS ao Estado para serem aplicados na compra de itens como veículos, armamentos, munições, capacetes, coletes balísticos, rádios comunicadores, equipamentos de rastreamento, de informática, bloqueadores de celular, câmeras e centrais de videomonitoramento, ou ainda para a execução de reforma, revitalização, ampliação, construção, modernização de prédios e áreas da segurança pública estadual. A alteração da Lei visa visa permitir também a possibilidade de locação de bens e equipamentos como forma de destinação dos recursos disponibilizados através do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Sul – PISEG/RS.

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