Projetos

Projetos do deputado Pasin que criam os dias do Suco de Uva e do Sommelier são aprovados na Assembleia

A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, em votação conclusiva realizada nesta terça-feira (26), dois projetos de lei de autoria do deputado estadual Guilherme Pasin. As propostas aprovadas instituem no calendário oficial do Estado datas comemorativas voltadas à valorização da cadeia produtiva da uva e do vinho, reconhecendo sua relevância histórica e econômica para os gaúchos. O primeiro texto aprovado é o Projeto de Lei nº 373/2023, que cria o Dia Estadual do Suco de Uva, a ser celebrado anualmente no primeiro domingo do mês de março. O segundo é o Projeto de Lei nº 80/2024, que institui o Dia Estadual do Sommelier, em 03 de junho. Cumprindo agenda em Brasília, Pasin comemorou o avanço das pautas e destacou o impacto das medidas para as comunidades produtoras. “São dois projetos que reconhecem a importância de um setor que movimenta a economia gaúcha, gera empregos, fortalece o turismo e valoriza produtores, profissionais e as comunidades que ajudam a construir essa história no Rio Grande do Sul”, afirmou o parlamentar. Representante do setor na Assembleia, Pasin também é autor do Projeto de Lei nº 353/2023, que propõe o reconhecimento do vinho como alimento natural ou complemento agroalimentar. A medida busca garantir justiça tributária e preservar a competitividade do produtor local frente aos produtos importados. O parlamentar também articula a tramitação do PL nº 3594/2023, no Senado Federal, e do PL nº 347/2025, na Câmara dos Deputados. Entre outras ações do mandato voltadas ao setor estão a criação e liderança da Frente Parlamentar do Enoturismo na Assembleia Legislativa; a aprovação da lei que reconhece o vinho e o espumante como símbolos oficiais do Rio Grande do Sul; e a implementação da primeira estação móvel de envasamento e rotulagem de vinhos do Estado.

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Comissão aprova parecer de projeto de Pasin que reforça fiscalização e segurança no setor óptico

A Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (20), o parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) nº 321/2025, de autoria do deputado estadual Guilherme Pasin. A proposta atualiza as regras para a comercialização de produtos ópticos no Rio Grande do Sul, com o objetivo de ampliar o controle sanitário. A iniciativa surge como resposta a um cenário alarmante no Estado. Segundo estimativas do setor, cerca de 40% dos estabelecimentos ópticos gaúchos operam em desconformidade com a legislação vigente. Muitos desses locais funcionam sem o devido licenciamento sanitário ou sem a presença de um profissional habilitado, colocando em risco a saúde da população. “Quando falamos do setor óptico, não estamos lidando com uma simples relação de consumo, mas com a saúde pública dos gaúchos. A aprovação desse projeto é um freio nas irregularidades. Queremos garantir que o consumidor tenha a segurança de ser atendido por profissionais capacitados e, ao mesmo tempo, respaldar quem já trabalha de forma correta e rigorosa”, destacou o deputado Guilherme Pasin”, destacou o deputado Guilherme Pasin. Entre as principais mudanças estabelecidas pelo texto está a nova classificação da atividade óptica, que passa a ser enquadrada como de assistência à saúde de risco médio. Com essa adequação, a comercialização de produtos e a prestação de serviços deverão ocorrer exclusivamente em estabelecimentos devidamente licenciados pela Vigilância Sanitária, mediante um alvará de funcionamento que deverá ser renovado anualmente. A proposta também reforça a segurança no atendimento ao tornar obrigatória a presença física de um Técnico em Óptica como responsável técnico. Além disso, para proteger os consumidores de práticas inadequadas, o projeto proíbe expressamente que os estabelecimentos indiquem ou aconselhem o uso de lentes de grau sem a devida prescrição médica. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico do RS – Sindióptica-RS, André Luiz Roncatto, acompanhou a votação na comissão e celebrou o avanço da matéria. “Essa aprovação representa um marco para a saúde visual no Estado. Com a exigência do técnico presencial e uma fiscalização mais rigorosa, proposta pelo deputado Pasin, vamos garantir que a população seja atendida com a segurança e a responsabilidade que a área exige”, avaliou Roncatto. O PL segue agora seu trâmite regimental nas demais comissões de mérito da Assembleia Legislativa antes de ser encaminhado para votação em plenário.

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Comissão aprova parecer favorável a projeto de Pasin que garante reajuste anual da saúde para hospitais e prefeituras

A Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (12), o Projeto de Lei 34/2024, de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP). A matéria garante a atualização anual obrigatória dos repasses dos programas estaduais de saúde destinados a prefeituras e entidades hospitalares do Rio Grande do Sul. Com o objetivo de combater o subfinanciamento crônico do setor, o autor da proposta alerta para a urgência da medida. “A falta de atualização monetária compromete a sustentabilidade das instituições e impacta diretamente no atendimento à população”, destaca Pasin. Segundo ele, o projeto enfrenta a defasagem histórica dos valores pagos, um problema que asfixia financeiramente as gestões locais. Pela proposta, os recursos transferidos por meio da Tabela de Incentivo Financeiro e instrumentos congêneres passarão a ser reajustados anualmente pelo índice oficial de inflação em vigor, sempre com definição no mês de dezembro. Na prática, a aprovação da lei garante previsibilidade e correção anual aos caixas de Santas Casas, hospitais filantrópicos e administrações municipais. Atualmente, essas instituições acabam sobrecarregadas ao terem que absorver sozinhas o aumento constante dos custos operacionais de insumos e folha de pagamento. Próximos passos Com o parecer favorável aprovado na Comissão de Assuntos Municipais, o PL 34/2024 segue agora para análise nas comissões de mérito. Para virar lei, o texto precisará, na sequência, ser aprovado em plenário e sancionado pelo Executivo.

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Por unanimidade, Assembleia aprova em 1º turno o Marco Legal do Turismo Gaúcho

PEC do EstruTUR-RS redefine o papel do setor e institui bases permanentes para o crescimento e a atração de investimentos Com as galerias lotadas por gestores municipais, empresários e representantes do setor turístico, o plenário da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade nesta terça-feira (5), em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição que cria o Marco Legal do Turismo Gaúcho. Com 43 votos favoráveis, a iniciativa apresentada pelo deputado Guilherme Pasin (PP) transforma o turismo em vetor de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, com aporte permanente de recursos públicos e segurança jurídica para investimentos privados. A PEC 302/2025 garante status constitucional ao Fundo de Desenvolvimento do Turismo (Fundetur), com previsão de R$ 250 milhões anuais exclusivamente para financiar ações de promoção, qualificação e infraestrutura dedicada ao setor. O texto prevê ainda execução mínima de 75% dos recursos do fundo ao ano. Entre os impactos esperados estão o fortalecimento da cadeia de serviços, o aumento da arrecadação e a dinamização da economia local. Com a articulação política liderada por Pasin, a pauta se tornou uma agenda de alta convergência no Parlamento gaúcho. Protocolada com as assinaturas de 47 parlamentares, a proposta teve caráter de iniciativa suprapartidária, um indicativo claro de alinhamento em torno do turismo como eixo de desenvolvimento. A construção política reuniu lideranças empresariais, políticas e técnicas, tendo à frente o Instituto RSNASCE, que atuou como agente financiador da estruturação técnica do projeto. A iniciativa também contou com a colaboração estratégica do G30 Serra Gaúcha e de cerca de 40 entidades do setor. “Foi um processo muito intenso, culminando agora nessa vitória que muda tudo e muda para melhor, já que a economia de turismo e eventos passa a ser a indústria de turismo e eventos. Uma realidade que será considerada, de fato, política econômica de Estado com condição de incremento maior de investimentos pelo Fundetur e criação de marca do nosso turismo. E teremos as questões de promoção turística apartadas das ações institucionais de governos. Isso garante menos fragilidade e mais autonomia”, comemorou Vinicius Garcia, presidente do Instituto RSNASCE. O que muda na prática para o RS A aprovação da PEC do EstruTUR-RS é um divisor de águas para o setor. Após lidar com impactos de pandemia e enchentes, a indústria de turismo e eventos se reunifica em torno de uma agenda que busca estabilidade e segurança jurídica. O Marco Legal do Turismo também é estratégico em relação às novas regras da Reforma Tributária, que associam a arrecadação ao consumo local. Desta forma, atrair mais visitantes ao estado ajudará a fortalecer municípios, cadeias produtivas do comércio, hotelaria, transporte e gastronomia, em um processo que também impacta o agronegócio e a economia criativa. “Vivemos um momento de profunda transformação, com a nova reforma tributária mudando a lógica da arrecadação e colocando o turismo no centro da estratégia de desenvolvimento do RS. O EstruTUR-RS reorganiza a legislação, prepara o estado para essa nova realidade econômica e transforma o turismo em política permanente, sem as incertezas causadas pelas trocas de governo. Por isso, a aprovação dessa proposta é uma vitória do diálogo e da boa política, beneficiando todas as regiões com mais empregos e desenvolvimento”, destacou Pasin. O EstruTUR-RS cria ainda um ambiente mais favorável para parcerias público-privadas (PPPs) e para a formação de Territórios Turísticos – regiões em que Estado, municípios e iniciativa privada podem planejar e executar políticas de forma integrada. Mesmo em cidades que ainda não se consolidaram como destinos de grande porte, a previsão de financiamento de eventos e de estruturação de rotas turísticas abre caminho para a diversificação da economia local.

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Marco Legal do Turismo Gaúcho avança na Assembleia

Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (17) o parecer favorável à proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o Marco Legal do Turismo Gaúcho, o EstruTUR-RS. O texto transforma o turismo, a cultura e o esporte em políticas permanentes de Estado, garantindo previsibilidade orçamentária, segurança jurídica e estímulo a novos investimentos. De autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), a proposta conta com o apoio de 47 parlamentares de todos os segmentos da Assembleia. Agora, a PEC segue para análise da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. Em seguida, será votada no plenário, em dois turnos, exigindo, no mínimo, 33 votos favoráveis em cada etapa. A previsão é de que os efeitos orçamentários passem a valer a partir de 2027. “O EstruTUR-RS é uma pauta de todos os gaúchos. Essa proposta mexe com a economia dos nossos municípios, estimula as atividades turísticas e a geração de empregos e renda. O Rio Grande do Sul já tem diversas culturas marcantes, gastronomia reconhecida e paisagens únicas. Com o Marco Legal do Turismo, vamos transformar esse potencial em desenvolvimento”, afirma Pasin. Atualmente, o turismo representa cerca de 4,5% do PIB gaúcho, abaixo da média nacional, que se aproxima de 10%. A proposta visa consolidar o turismo como eixo estratégico de geração de emprego, renda e desenvolvimento, ampliando a capacidade do estado de atrair visitantes, eventos e investimentos. A PEC é resultado do diálogo com o Instituto RSNasce e o G30 Serra Gaúcha, além de mais de 40 entidades ligadas ao setor, empresários, trabalhadores e lideranças regionais. Entre os impactos esperados estão o fortalecimento da cadeia de serviços, o aumento da arrecadação e a dinamização da economia local em diversas regiões do Rio Grande do Sul. A proposta prevê status constitucional ao Fundo de Desenvolvimento do Turismo (FUNDETUR), com dotação anual estimada em R$ 250 milhões para ações de promoção, infraestrutura e inovação nos destinos turísticos gaúchos. O texto também autoriza a criação de Distritos Turísticos, Estâncias Turísticas e Municípios de Interesse Turístico, ampliando a gestão colaborativa entre estado, municípios e iniciativa privada. “Com as novas regras da reforma tributária, a arrecadação passa a ocorrer no local onde o consumo acontece. Por isso, é estratégico trazer mais turistas ao Rio Grande do Sul. Isso representa mais dinheiro circulando nas nossas cidades e mais oportunidades para quem empreende, trabalha e investe no estado”, explica Pasin.

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CCJ aprova projeto que reforça a segurança no setor óptico do RS

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou, nesta terça-feira (17), o Projeto de Lei nº 321/2025, de autoria do deputado Guilherme Pasin, que atualiza as regras para a comercialização de produtos ópticos no Estado. A proposta altera a Lei nº 12.903/2008 com o objetivo de reforçar a proteção à saúde visual, garantir a atuação de profissionais qualificados e ampliar o controle sanitário sobre o setor óptico. “A atualização da lei é fundamental para garantir segurança à população, valorizar os profissionais da área e permitir uma fiscalização mais efetiva. Estamos tratando de saúde pública”, destacou Pasin. Entre as principais mudanças, o projeto passa a classificar a atividade óptica como de assistência à saúde de risco médio, exigindo que a comercialização e a prestação de serviços sejam realizadas exclusivamente em estabelecimentos licenciados pela vigilância sanitária, com alvará renovado anualmente. O texto também reforça a obrigatoriedade da presença de um Técnico em Óptica como responsável técnico, atuando de forma presencial. Além disso, proíbe que estabelecimentos indiquem ou aconselhem o uso de lentes de grau sem prescrição, medida que busca coibir práticas irregulares e proteger a saúde visual dos consumidores. A iniciativa responde a um cenário preocupante no Estado. Estimativas do setor apontam que cerca de 40% dos estabelecimentos ópticos no Rio Grande do Sul operam em desconformidade com a legislação, muitos sem licenciamento sanitário ou sem a presença de profissional habilitado. Com a aprovação na CCJ, o projeto segue agora para tramitação nas comissões de mérito da Assembleia Legislativa.

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Pasin protocola projeto para proibir cobrança de múltiplas tarifas de água em hotéis e pousadas

O deputado estadual Guilherme Pasin (PP) protocolou na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei nº 77/2026, que busca proibir concessionárias de água e esgoto de cobrar múltiplas Tarifas de Serviço Básico (TSB) ou taxas de disponibilidade com base no número de quartos em hotéis, pousadas e estabelecimentos de hospedagem no Estado. A proposta estabelece que esses empreendimentos sejam considerados uma única unidade consumidora, garantindo que a cobrança seja feita a partir de uma única tarifa básica, somada apenas ao consumo real de água medido pelo hidrômetro principal do estabelecimento. A iniciativa surge após mudanças recentes na metodologia de cobrança adotada por concessionárias, que passaram a considerar cada quarto de hotel como uma “economia” independente para fins de aplicação da tarifa mínima. Na prática, isso significa que um hotel pode ser cobrado como se cada quarto fosse uma unidade autônoma de consumo — mesmo quando os quartos estão vazios ou quando o consumo real de água é inferior ao valor faturado. Segundo Pasin, trata-se de uma distorção que precisa ser corrigida. “Essa prática rompe completamente com a lógica do consumo real”. Para o deputado, a medida prejudica um segmento estratégico para a economia gaúcha. “O turismo gera emprego, renda e desenvolvimento regional. Não podemos permitir práticas que penalizem empreendimentos que já enfrentam a sazonalidade da atividade e períodos de baixa ocupação”, destaca. O projeto também prevê sanções em caso de descumprimento, incluindo devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente e aplicação de multa administrativa revertida ao Fundo Estadual de Defesa do Consumidor.

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Comissão de Saúde aprova projeto de Pasin que equipara pessoas com fissura labiopalatina às pessoas com deficiência

A Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, nesta quarta-feira (25), o Projeto de Lei nº 117/2024, de autoria do deputado estadual Guilherme Pasin, que equipara às pessoas com deficiência aquelas com fenda palatina e/ou fissura labiopalatina, não reabilitadas. A proposta representa um avanço importante na garantia de direitos e no reconhecimento das limitações funcionais decorrentes. “Estamos falando de crianças e famílias que enfrentam um tratamento longo, delicado e muitas vezes distante dos grandes centros. Este projeto garante segurança jurídica e acesso efetivo a direitos para quem ainda convive com limitações funcionais. É uma medida de inclusão e responsabilidade social”, afirmou o deputado. A fenda palatina e a fissura labiopalatina, popularmente conhecidas como fissura labial ou lábio leporino, são alterações congênitas que se desenvolvem ainda no período embrionário, em razão da não fusão adequada das estruturas que formam o lábio e o palato. Ao garantir o enquadramento legal como pessoa com deficiência nos casos não reabilitados, o projeto assegura a esse público o acesso a programas, benefícios, tratamentos especiais e demais garantias previstas na legislação estadual. A matéria também autoriza hospitais, maternidades e clínicas, públicas e privadas, a notificarem a Secretaria Estadual da Saúde sobre o nascimento de crianças com fenda palatina e/ou fissura labiopalatina, medida que contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para o encaminhamento precoce ao tratamento adequado. Embora muitas vezes associadas apenas à dimensão estética, essas condições podem gerar dificuldades de alimentação, distúrbios respiratórios, problemas auditivos, alterações na fala, infecções recorrentes, impactos na dentição, além de consequências emocionais e sociais. O tratamento exige acompanhamento multidisciplinar, envolvendo cirurgia plástica, otorrinolaringologia, odontologia, fonoaudiologia e assistência social.

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Assembleia aprova fim de contrapartida no Piseg e amplia potencial de investimentos na segurança pública

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou nesta terça-feira (24), na primeira sessão deliberativa do ano, o projeto de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), que retira a contrapartida obrigatória para empresas participantes do Programa de Incentivo ao Aparelhamento da Segurança Pública (Piseg/RS). A medida elimina a exigência de repasse de 10% ao Fundo Comunitário Pró-Segurança Pública, valor que precisava ser desembolsado diretamente pelas empresas para aderir ao programa. Na prática, segundo o parlamentar, a contrapartida vinha limitando a participação do setor. “Com a aprovação do projeto, as empresas não precisam mais pagar uma taxa de 10% pra poderem destinar recursos à Segurança Pública. Isso acabava afastando possíveis grupos de apoio”, afirmou Pasin. Criado a partir da mobilização da sociedade civil, com participação de entidades como o Instituto Cultural Floresta, o Piseg permite que empresas destinem até 5% do ICMS devido ao Estado para a aquisição de viaturas, armamentos e equipamentos para as forças de segurança. Desde sua criação, o programa já destinou mais de R$ 270 milhões às corporações. O programa possui um teto anual de R$ 120 milhões em ICMS que podem ser direcionados ao Piseg. No entanto, esse limite não vem sendo plenamente alcançado, justamente porque a contrapartida obrigatória desestimulava a adesão de empresas. Com a retirada dessa exigência, a expectativa é ampliar a participação do setor e elevar o volume de recursos destinados à segurança pública em todo o Estado. “Com essa proposta, ampliamos o acesso ao programa e fortalecemos uma política pública que já demonstrou resultados. Mais empresas poderão participar e, como consequência, teremos mais investimentos na segurança pública”, destacou Pasin. O parlamentar destaca que o fortalecimento do Piseg também poderá contribuir com a estruturação de futuras delegacias especializadas e com as medidas que vêm sendo discutidas no pacote de enfrentamento ao feminicídio no Rio Grande do Sul, garantindo melhores condições de trabalho e mais equipamentos para o atendimento às mulheres vítimas de violência. O projeto foi apresentado em 2023 e construído em diálogo com a Federação dos Conselhos Comunitários Pró-Segurança Pública do Rio Grande do Sul e com os Consepros. Antes de ir a plenário, recebeu pareceres favoráveis nas comissões de Constituição e Justiça e de Segurança Pública.

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CCJ aprova projeto de Pasin que atualiza repasses da saúde a municípios e hospitais

A Comissão de Constituição de Justiça aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (24), o Projeto de Lei 34/2024, de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), que trata da atualização dos repasses dos Programas Estaduais vinculados à área da saúde destinados aos municípios e entidades hospitalares do Rio Grande do Sul. A proposta estabelece que os valores repassados por meio da Tabela de Incentivo Financeiro e instrumentos congêneres sejam atualizados anualmente pelo índice oficial em vigor, com definição no mês de dezembro de cada ano. O objetivo é garantir a preservação do valor real dos recursos, assegurando equilíbrio econômico-financeiro e qualidade na prestação dos serviços de saúde. Na prática, a medida significa mais segurança para hospitais e prefeituras manterem atendimentos. Segundo Pasin, a medida busca enfrentar um problema recorrente enfrentado por hospitais, Santas Casas e prefeituras: a defasagem nos valores repassados pelo Estado. “A falta de atualização monetária compromete a sustentabilidade das instituições e impacta diretamente no atendimento à população”, destacou. Ao garantir previsibilidade e correção anual dos repasses, o projeto fortalece a rede pública de saúde, especialmente nos municípios do interior. A proposta busca enfrentar o subfinanciamento que atinge Santas Casas, hospitais filantrópicos e administrações municipais, muitas vezes sobrecarregados pela alta demanda e pelo aumento dos custos operacionais. Com a aprovação na CCJ, o projeto segue agora para análise nas comissões de mérito. 

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