Projetos Especiais

Por unanimidade, Assembleia aprova em 1º turno o Marco Legal do Turismo Gaúcho

PEC do EstruTUR-RS redefine o papel do setor e institui bases permanentes para o crescimento e a atração de investimentos Com as galerias lotadas por gestores municipais, empresários e representantes do setor turístico, o plenário da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade nesta terça-feira (5), em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição que cria o Marco Legal do Turismo Gaúcho. Com 43 votos favoráveis, a iniciativa apresentada pelo deputado Guilherme Pasin (PP) transforma o turismo em vetor de desenvolvimento do Rio Grande do Sul, com aporte permanente de recursos públicos e segurança jurídica para investimentos privados. A PEC 302/2025 garante status constitucional ao Fundo de Desenvolvimento do Turismo (Fundetur), com previsão de R$ 250 milhões anuais exclusivamente para financiar ações de promoção, qualificação e infraestrutura dedicada ao setor. O texto prevê ainda execução mínima de 75% dos recursos do fundo ao ano. Entre os impactos esperados estão o fortalecimento da cadeia de serviços, o aumento da arrecadação e a dinamização da economia local. Com a articulação política liderada por Pasin, a pauta se tornou uma agenda de alta convergência no Parlamento gaúcho. Protocolada com as assinaturas de 47 parlamentares, a proposta teve caráter de iniciativa suprapartidária, um indicativo claro de alinhamento em torno do turismo como eixo de desenvolvimento. A construção política reuniu lideranças empresariais, políticas e técnicas, tendo à frente o Instituto RSNASCE, que atuou como agente financiador da estruturação técnica do projeto. A iniciativa também contou com a colaboração estratégica do G30 Serra Gaúcha e de cerca de 40 entidades do setor. “Foi um processo muito intenso, culminando agora nessa vitória que muda tudo e muda para melhor, já que a economia de turismo e eventos passa a ser a indústria de turismo e eventos. Uma realidade que será considerada, de fato, política econômica de Estado com condição de incremento maior de investimentos pelo Fundetur e criação de marca do nosso turismo. E teremos as questões de promoção turística apartadas das ações institucionais de governos. Isso garante menos fragilidade e mais autonomia”, comemorou Vinicius Garcia, presidente do Instituto RSNASCE. O que muda na prática para o RS A aprovação da PEC do EstruTUR-RS é um divisor de águas para o setor. Após lidar com impactos de pandemia e enchentes, a indústria de turismo e eventos se reunifica em torno de uma agenda que busca estabilidade e segurança jurídica. O Marco Legal do Turismo também é estratégico em relação às novas regras da Reforma Tributária, que associam a arrecadação ao consumo local. Desta forma, atrair mais visitantes ao estado ajudará a fortalecer municípios, cadeias produtivas do comércio, hotelaria, transporte e gastronomia, em um processo que também impacta o agronegócio e a economia criativa. “Vivemos um momento de profunda transformação, com a nova reforma tributária mudando a lógica da arrecadação e colocando o turismo no centro da estratégia de desenvolvimento do RS. O EstruTUR-RS reorganiza a legislação, prepara o estado para essa nova realidade econômica e transforma o turismo em política permanente, sem as incertezas causadas pelas trocas de governo. Por isso, a aprovação dessa proposta é uma vitória do diálogo e da boa política, beneficiando todas as regiões com mais empregos e desenvolvimento”, destacou Pasin. O EstruTUR-RS cria ainda um ambiente mais favorável para parcerias público-privadas (PPPs) e para a formação de Territórios Turísticos – regiões em que Estado, municípios e iniciativa privada podem planejar e executar políticas de forma integrada. Mesmo em cidades que ainda não se consolidaram como destinos de grande porte, a previsão de financiamento de eventos e de estruturação de rotas turísticas abre caminho para a diversificação da economia local.

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Marco Legal do Turismo Gaúcho avança na Assembleia

Por unanimidade, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (17) o parecer favorável à proposta de emenda à Constituição (PEC) que institui o Marco Legal do Turismo Gaúcho, o EstruTUR-RS. O texto transforma o turismo, a cultura e o esporte em políticas permanentes de Estado, garantindo previsibilidade orçamentária, segurança jurídica e estímulo a novos investimentos. De autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), a proposta conta com o apoio de 47 parlamentares de todos os segmentos da Assembleia. Agora, a PEC segue para análise da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. Em seguida, será votada no plenário, em dois turnos, exigindo, no mínimo, 33 votos favoráveis em cada etapa. A previsão é de que os efeitos orçamentários passem a valer a partir de 2027. “O EstruTUR-RS é uma pauta de todos os gaúchos. Essa proposta mexe com a economia dos nossos municípios, estimula as atividades turísticas e a geração de empregos e renda. O Rio Grande do Sul já tem diversas culturas marcantes, gastronomia reconhecida e paisagens únicas. Com o Marco Legal do Turismo, vamos transformar esse potencial em desenvolvimento”, afirma Pasin. Atualmente, o turismo representa cerca de 4,5% do PIB gaúcho, abaixo da média nacional, que se aproxima de 10%. A proposta visa consolidar o turismo como eixo estratégico de geração de emprego, renda e desenvolvimento, ampliando a capacidade do estado de atrair visitantes, eventos e investimentos. A PEC é resultado do diálogo com o Instituto RSNasce e o G30 Serra Gaúcha, além de mais de 40 entidades ligadas ao setor, empresários, trabalhadores e lideranças regionais. Entre os impactos esperados estão o fortalecimento da cadeia de serviços, o aumento da arrecadação e a dinamização da economia local em diversas regiões do Rio Grande do Sul. A proposta prevê status constitucional ao Fundo de Desenvolvimento do Turismo (FUNDETUR), com dotação anual estimada em R$ 250 milhões para ações de promoção, infraestrutura e inovação nos destinos turísticos gaúchos. O texto também autoriza a criação de Distritos Turísticos, Estâncias Turísticas e Municípios de Interesse Turístico, ampliando a gestão colaborativa entre estado, municípios e iniciativa privada. “Com as novas regras da reforma tributária, a arrecadação passa a ocorrer no local onde o consumo acontece. Por isso, é estratégico trazer mais turistas ao Rio Grande do Sul. Isso representa mais dinheiro circulando nas nossas cidades e mais oportunidades para quem empreende, trabalha e investe no estado”, explica Pasin.

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Estação Móvel de Envasamento e Rotulagem de Vinho

Primeira Estação Móvel de Envasamento e Rotulagem de Vinho do RS. O Projeto incentiva vinícolas familiares, pequenas e médias vinícolas e agroindústrias de vinho. Uma proposta do deputado Guilherme Pasin dará ao Rio Grande do Sul a primeira Estação Móvel de Envasamento e Rotulagem de Vinho. O projeto vai apoiar vinícolas familiares e pequenas agroindústrias, e também poderá auxiliar vinícolas de pequeno e médio porte. O que é? Estação Móvel de Envasamento e Rotulagem de Vinho é um caminhão equipado com estrutura semi- automática de envase de vinhos. O equipamento tem capacidade para higienizar garrafas, engarrafar o vinho, inserir rolha ou Screw Cap e aplicar o rótulo. O maquinário é capaz de envasar 450 garrafas de vinho por hora. “O alto custo de envase torna o processo inviável para pequenos e médios produtores. Essa estação móvel, de uso coletivo, proporcionará acesso a maquinário de alta qualidade, mantendo padrões sanitários e atingindo uma produtividade média de 450 garrafas por hora.“ R$ 750 mil para o setor da uva e do vinho Inspirado em modelos europeus e da América Latina, Jundiaí (SP) já adquiriu o veículo, montado em Bento Gonçalves. No RS, o projeto será desenvolvido em parceria com o Consevitis-RS e a Emater/RS, com recursos de emenda do deputado Guilherme Pasin, somando R$ 750 mil, na Lei Orçamentária de 2024. “Além de apoiar o agricultor, o investimento vai oferecer a garantia de qualidade ao vinho gaúcho que o setor há tanto tempo perseguiu“.

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OLHOS DO AMANHÃ

Colocar o aluno no topo da pirâmide escolar é uma abordagem fundamental para melhorar a educação pública. O que é o projeto? O deputado Guilherme Pasin liderou a iniciativa do programa, uma colaboração entre entidades sem fins lucrativos, consórcios municipais, os municípios e a comunidade escolar, que visa qualificar a aprendizagem das crianças gaúchas, com problemas de saúde visual, no período ideal de alfabetização. Como funciona? O primeiro passo é a identificação do problema por meio da oferta de exames oftalmológicos a estudantes com idade entre 5 e 7 anos, o período considerado ideal para alfabetização. Se diagnosticado um obstáculo de visão, uma emenda parlamentar de autoria do deputado Pasin irá arcar com os custos para aquisição de óculos (lente e armação) para o aluno. Público alvo: O projeto se concentra na faixa etária crucial de cinco a sete anos, em geral, quando os alunos estão no 1º e 2º ano do ensino fundamental e as bases do aprendizado estão sendo estabelecidas. Primeiros passos: Inicialmente, o programa será colocado de forma experimental, em duas regiões, compreendendo 43 municípios organizados em dois consórcios regionais: Cisga e Ciplam. Qualidade de aprendizagem Nosso foco é a educação pública das crianças O projeto promove a igualdade de oportunidades ao equalizar a saúde visual dos alunos removendo obstáculos para o aprendizado. Benefícios: Maior qualidade de aprendizagem, investimento na base educacional, inclusão social, colocar o aluno no centro da educação pública. Uma das premissas do projeto é proporcionar aos alunos a possibilidade de realizarem exames oftamológicos, por meio de uma parceria com instituições como o Lions, que tem vasta experiência na saúde visual das crianças.

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