novembro 2025

Assembleia aprova projeto de Pasin que institui a Rota do Vale Sagrado no RS

A Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (26), em regime de tramitação conclusiva, o Projeto de Lei 294/2023, de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), que cria a Rota do Vale Sagrado no Rio Grande do Sul. A proposta estabelece um roteiro turístico voltado à valorização do patrimônio cultural, histórico, religioso e natural do Vale do Taquari, fortalecendo o setor e impulsionando o desenvolvimento econômico da região. A rota será composta pelos municípios de Anta Gorda, Arroio do Meio, Arvorezinha, Capitão, Colinas, Coqueiro Baixo, Dois Lajeados, Doutor Ricardo, Encantado, Estrela, Guaporé, Ilópolis, Imigrante, Marques de Souza, Muçum, Nova Bréscia, Putinga, Relvado, Roca Sales, Santa Clara do Sul, Sério, Vespasiano Correa e Westfália.  Para o deputado Guilherme Pasin, a iniciativa reforça o potencial turístico do Vale do Taquari ao organizar e dar visibilidade aos atrativos já existentes. “A Rota do Vale Sagrado surge como uma forma de conectar esses espaços, unindo fé, cultura e desenvolvimento. O turismo religioso tem grande capacidade de movimentar a economia e fortalecer a identidade regional”, destacou o parlamentar. Com a aprovação na comissão, o projeto segue para a sanção do governador. 

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Audiência pública proposta por Pasin reúne parlamentares na Fiergs para debater estratégia para aprovação da PEC 27/2023

Proposta pelo deputado estadual Guilherme Pasin (PP), uma audiência pública da Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa mobilizou dezenas de parlamentares estaduais e federais, prefeitos, entidades empresariais e representantes da sociedade gaúcha nesta segunda-feira (24), na sede da Fiergs, com o objetivo de debater estratégias para a aprovação da PEC 27/2023. Em análise em comissão especial na Câmara dos Deputados, o texto prevê a criação de fundos constitucionais para incentivar o desenvolvimento das regiões Sul e Sudeste. Se a proposta for aprovada, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná passariam a ter aproximadamente R$ 9 bilhões adicionais por ano para estimular novos investimentos e a geração de emprego e renda na região. Conforme a PEC 27/2023, os recursos viriam de 1% do montante arrecadado pela União por meio do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Ou seja, não haveria aumento de tributação, mas redistribuição da receita que hoje fica em Brasília. O texto também não prevê retirada de incentivos para outras regiões que hoje possuem fundos próprios. Durante a sequência de intervenções, parlamentares lembraram que o Sul e o Sudeste são as duas regiões que ainda não contam com fundos constitucionais de desenvolvimento. Em sentido contrário, Centro-Oeste, Nordeste e Norte possuem fundos com recursos específicos para fomentar a economia das regiões desde 1989. “Nas últimas décadas, temos visto a migração de investimentos para outras regiões do país. Vivemos em uma federação que deveria garantir condições iguais de desenvolvimento, e isso não está ocorrendo. A cada R$ 100 que o Sul arrecada, apenas R$ 26 retornam para cá. Precisamos equilibrar essas condições para atrair investimentos e garantir o futuro do RS. Essa não é uma pauta partidária ou ideológica. É um tema que trata da própria existência do nosso estado”, afirmou Pasin. Entusiasta da PEC 27/2023, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Claudio Bier, destacou que a pauta já vem sendo debatida pelas federações gaúcha, catarinense e paranaense. “A Fiergs será sempre parceira na discussão de políticas públicas que estimulem o desenvolvimento do RS. Esse fundo pode mudar o nosso futuro. As regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte estão amparadas há décadas. Para o Sul, um dos motores econômicos do país, a criação desse fundo não é um favor, mas uma questão de justiça. Significa trazer recursos para gerar emprego e renda para a nossa população. Essa pauta é de todos os gaúchos, e a união dos poderes e da sociedade é essencial para que ela avance”, ressaltou o presidente da Fiergs. Representando o Governo do Estado, o secretário da Casa Civil, Artur Lemos, observou que a articulação conjunta entre parlamentares do Sul e Sudeste será determinante para o avanço da PEC em Brasília. “Unindo Sudeste e Sul, podemos alcançar o êxito que faltou em outros momentos. O Sul e o Sudeste precisam continuar crescendo, não podemos nivelar por baixo. Queremos que todos os estados estejam em um patamar mais alto. Não temos zona franca, não temos fundo constitucional e não queremos tirar nada dos demais. É preciso garantir fundos constitucionais para nossas regiões”, avaliou o secretário. Ao final do encontro, Pasin reforçou que o objetivo central da mobilização é engajar deputados estaduais, prefeitos, entidades e a sociedade civil para fortalecer a bancada federal gaúcha na articulação da PEC 23/2027 no Congresso. Nos próximos dias, parlamentares e representantes do setor produtivo gaúcho devem lançar um manifesto em favor da aprovação da proposta de emenda à Constituição. Números comprovam desigualdade Durante a audiência, a economista sênior na Fiergs Caroline Puchale apresentou uma série de números que demonstram o desequilíbrio de incentivos entre as regiões do Brasil. Em 2024, por exemplo, a região Sul contribuiu para os cofres federais com R$ 266,8 bi bilhões, mas só recebeu R$ 56,7 bilhões de volta em transferências da União. Na soma, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná perderam R$ 210,1 bilhões. Os fundos constitucionais do Centro-Oeste, Nordeste e Norte foram criados no final da década de 1980 com o objetivo de reduzir as desigualdades regionais por meio da aplicação de recursos em atividades produtivas nas regiões menos desenvolvidas. Hoje, porém, a realidade é diferente. Segundo estudo da Fiergs, o RS tem quantidade semelhante de pessoas abaixo da linha da pobreza (1,6 milhão) em relação a estados historicamente mais vulneráveis como Amazonas (1,9 milhão), Rio Grande do Norte (1,6 milhão), Alagoas (1,6 milhão) e Piauí (1,5 milhão).

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Assembleia aprova projeto de Pasin que cria Política Estadual de Desassoreamento para prevenção de enchentes no RS

A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei 145/2024, de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), que institui a Política Estadual de Apoio e Fomento ao Desassoreamento de corpos hídricos superficiais no Rio Grande do Sul. O projeto estabelece diretrizes permanentes para prevenir e minimizar os impactos de enchentes, inundações e alagamentos. A nova política contempla rios, arroios, açudes, lagos, lagoas, lagunas, canais e barragens, garantindo ações contínuas de remoção de sedimentos, recomposição ambiental, estímulo à cooperação entre entes públicos, disponibilização de recursos técnicos e científicos e prioridade nos processos de licenciamento. O texto estabelece ainda que os corpos hídricos não poderão ter seu curso natural alterado, canalizado ou retificado. A política também inclui campanhas de educação ambiental, parcerias com a iniciativa privada e formas de aproveitamento seguro do material removido. Pasin destacou que as enchentes de 2023 e 2024 escancararam a vulnerabilidade da infraestrutura hídrica do Estado e a urgência de políticas permanentes de prevenção. “Prevenir não é mais uma opção, é uma necessidade. As enchentes mostraram o quanto custa ficar apenas reagindo. Com este projeto, o Rio Grande do Sul passa a ter uma política de Estado, contínua e estruturada, com orçamento definido, apoio técnico e científico aos municípios, recuperação ambiental e aproveitamento dos sedimentos removidos como forma de compensação”, afirmou. A política estadual aprovada também dialoga com iniciativas já em execução, como o programa Desassorear RS, criado pelo Governo do Estado e inspirado no projeto de Pasin. Os resultados reforçam a eficácia da medida. Onde houve intervenção, não foram registrados transbordamentos nas últimas chuvas.“A prevenção funciona e precisa ser regra. Com a aprovação deste projeto, o Estado dá um passo decisivo, garantindo mais segurança para as famílias e mais resiliência para nossas cidades”, completou. O projeto recebeu contribuições de diferentes setores ao longo da tramitação, tanto dentro do Parlamento — por meio de emenda apresentada pelo deputado Neri, O Carteiro, de sugestões da Comissão de Constituição e Justiça e da Bancada do Partido dos Trabalhadores — quanto do Poder Executivo, por intermédio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e da Fepam. A proposta segue agora para sanção do governador.

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Assembleia aprova projeto de Pasin para agilizar a reconstrução de pontes destruídas por catástrofes climáticas

A Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (18), o Projeto de Lei 67/2024, de autoria do deputado Guilherme Pasin (PP), que altera o Código Estadual do Meio Ambiente (Lei nº 15.434/2020) para agilizar a reconstrução de pontes e travessias destruídas por eventos climáticos extremos no Rio Grande do Sul. A proposta prevê a dispensa extraordinária de licenciamento ambiental para municípios que estejam em situação de emergência ou calamidade pública, permitindo que estruturas destruídas sejam reconstruídas no mesmo local e com maior rapidez. A medida também inclui autorizações para podas, fracionamento de árvores caídas e supressão de árvores isoladas, desde que não estejam em listas de espécies ameaçadas de extinção ou imunes ao corte e não haja necessidade de transporte do produto florestal. Segundo Pasin, o objetivo é dar resposta imediata às comunidades atingidas. “Hoje, mesmo quando uma ponte é destruída por uma enchente, o município precisa enfrentar um processo de licenciamento que pode levar meses, ainda que a estrutura original já fosse licenciada. Isso atrasa a retomada dos serviços essenciais e prejudica diretamente quem mais precisa. Nosso projeto corrige isso com responsabilidade e segurança jurídica”, destacou. Pasin reforçou que as enchentes de 2023 e 2024 evidenciaram uma nova realidade climática no Rio Grande do Sul, exigindo adaptações na legislação. “O poder público precisa dispor de instrumentos que garantam rapidez na reconstrução e proteção à vida”, afirmou. A proposta segue agora para sanção do Executivo.

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Deputado Pasin é escolhido Personalidade Pública do Ano no Prêmio Carrinho Agas 2025

Engajado em projetos que promovem a liberdade econômica e o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, o deputado estadual Guilherme Pasin (PP) foi escolhido como Personalidade Pública do Ano no Prêmio Carrinho Agas 2025. A cerimônia de entrega da tradicional premiação ocorreu nesta segunda-feira (17), no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, reunindo representantes do setor supermercadista, autoridades e convidados. “É uma grande honra receber um reconhecimento tão relevante como o Carrinho Agas, ainda mais em uma edição escolhida por pesquisa espontânea dos associados. Como prefeito e deputado estadual, sempre pautei minha atuação por ações que melhoram o ambiente de negócios, reduzindo burocracia, combatendo aumentos de impostos e apoiando quem empreende. Agradeço à Agas pela distinção e renovo meu compromisso com o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, afirmou Pasin. Pela primeira vez, os vencedores foram escolhidos por meio de pesquisa espontânea — quando não são apresentadas opções aos votantes. Os vencedores foram definidos por lideranças do varejo supermercadista do Rio Grande do Sul, que elegeram os agraciados a partir de critérios como inovação, qualidade no atendimento, rapidez na entrega, participação de mercado e força do relacionamento com o setor. Na Assembleia Legislativa, Pasin presidiu a Comissão Especial de Desenvolvimento Econômico. O parlamentar atua no enfrentamento a entraves como a burocracia excessiva, a elevada carga tributária e a infraestrutura precária, obstáculos que dificultam o crescimento econômico e a geração de empregos. O trabalho resultou em 14 propostas encaminhadas ao governo do Estado, todas voltadas a tornar o RS mais próspero e justo, além de referência em desenvolvimento econômico e social.

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Pasin lança livro em celebração aos 150 anos da imigração italiana no RS na Feira do Livro de Porto Alegre

Idealizada pelo deputado estadual Guilherme Pasin, a obra reúne 23 artigos assinados por personalidades da comunidade ítalo-brasileira, incluindo o embaixador Alessandro Cortese Em evento prestigiado por dezenas de autoridades e representantes da comunidade ítalo-gaúcha, o legado de 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul foi celebrado nesta quinta-feira (13) com o lançamento do livro “Italiano nel cuore, Gaúcho nell’anima”. Idealizada pelo deputado estadual Guilherme Pasin, a publicação reúne 23 artigos assinados por personalidades como o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese.  Além de Pasin, também participam do livro o cartunista e jornalista Carlos Henrique Iotti, o jornalista Daniel Scola, o empresário Erasmo Carlos Battistella, presidente da Câmara de Comércio Italiana do RS, o reitor da Universidade de Caxias do Sul, Gelson Leonardo Rech, e o cônsul-geral da Itália em Porto Alegre, Valerio Caruso, que escreveu o prefácio. “Durante as comemorações dos 150 anos da imigração, nós percebemos que precisávamos deixar um legado escrito, um marco que pudesse nos lembrar desse momento no futuro. O livro também é uma forma de preservar e homenagear a memória dos imigrantes, que chegaram aqui e venceram as dificuldades com base em valores como solidariedade, trabalho honesto e fé”, explicou o deputado, agradecendo aos colaboradores que assinam os artigos. “Esse livro é a fotografia do sentimento de todos os autores e protagonistas do presente da comunidade italiana e reflete o orgulho de todos nós em pertencer ao Sistema Itália no Rio Grande do Sul. Como destacou o deputado Pasin, a ideia é que a daqui a 10, 30, 50 anos os nossos filhos e os nossos netos possam abrir esse livro e verdadeiramente se dar conta do que significava a italianidade para aqueles que vivenciaram o sesquicentenário da imigração italiana em 2025”, destacou o cônsul-geral da Itália em Porto Alegre, Valerio Caruso. Fruto da colaboração entre diversas instituições, entidades culturais e autores convidados, a obra se propôs a construir um mosaico de memórias, sentimentos e pontos de vista sobre o legado da imigração italiana para o Rio Grande do Sul. Cada participante teve liberdade para abordar o tema sob diferentes perspectivas – regionais, históricas, afetivas ou econômicas. Interessados em adquirir o livro devem preencher o formulário no link https://forms.gle/Kzgoa9qTTBqbVysRA para recebê-lo gratuitamente por WhatsApp ou entrar na lista de espera para ter acesso ao formato físico. Outras informações podem ser obtidas nos telefones (51) 3210-2417 e (51) 98036-5646 ou no e-mail guilherme.pasin@al.rs.gov.br.

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Não se pode legalizar o contrabando

Guilherme Pasin, deputado estadual (PP-RS) O vinho brasileiro é fruto de trabalho, tradição e rigor. Cada garrafa que sai das nossas vinícolas carrega um conjunto de exigências sanitárias, tributárias e de qualidade que garantem segurança ao consumidor e dignidade ao produtor. É justamente por isso que considero um grave erro os leilões promovidos pela Receita Federal, o último deles realizado no final de setembro, para vender vinhos apreendidos em operações de descaminho. São dois os principais motivos pelos quais a prática de leiloar tais produtos não deveria ocorrer. Primeiro, porque trata-se de concorrência desleal com os produtores gaúchos, que cumprem todas as normas legais e respondem pela fabricação de 90% dos vinhos nacionais. No Brasil, diferentemente dos demais países produtores, já pagamos elevada carga de tributos, sem subsídios em nenhuma etapa da produção ou comercialização. A segunda razão é ainda mais grave: não há como atestar a origem nem as condições de armazenamento, o que representa sério risco à saúde pública. Tais produtos foram apreendidos porque entraram no país de forma clandestina, sem controle de procedência. É inaceitável que o próprio Estado as coloque novamente em circulação. O edital da Receita, inclusive, deixa claro que a União não assume qualquer responsabilidade sobre a qualidade do conteúdo das garrafas, repassando o risco ao comprador. Se tais produtos não têm garantia de procedência, trata-se não só de crime contra a economia nacional, mas também contra a saúde pública. Quem pode assegurar que o líquido rotulado naquela garrafa de vinho é, de fato, aquele vinho com aquela safra que consta na informação do rótulo – e não um outro vinho ou uma mistura adulterada, contaminada e imprópria para o consumo? Nas últimas semanas, o país assistiu perplexo aos casos de contaminação por metanol. Pessoas perderam a visão, outras morreram. Não houve contaminação de vinhos com tal substância, mas há inúmeros casos de falsificação por descaminho e má armazenagem. Não se pode brincar com assunto dessa gravidade. Ingressei com ação popular na Justiça Federal de São Paulo para suspender o leilão. Não obtive decisão favorável, e respeito a Justiça. Mas não aceito o procedimento da Receita Federal do Brasil e seguirei lutando para que o setor vitivinícola e a população brasileira não sejam penalizados por políticas públicas equivocadas. Defendo que essas mercadorias sejam descartadas com segurança, e não transformadas em ativo financeiro. O combate ao contrabando e ao descaminho precisa ser firme, e não conivente. É preciso respeitar o consumidor e quem produz corretamente.

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