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“Não abandonem o Rio Grande do Sul”, diz deputado Pasin durante inaugurações de pontes reconstruídas pela iniciativa privada

Em seu discurso, o progressista destaca a importância de acreditar na resiliência do povo gaúcho, ressaltando que, apesar das dificuldades em comparação com outros locais, o estado possui algo único e valioso: o caráter e a força de sua população Durante a cerimônia de inauguração da nova ponte em Santa Tereza, na segunda-feira, 17, o deputado Guilherme Pasin (Progressistas), fez um forte apelo ao empresariado para que continue acreditando no potencial do Rio Grande do Sul. Em seu discurso, o parlamentar destacou a resiliência do povo gaúcho e ressaltou que, apesar das dificuldades enfrentadas, o Estado possui características únicas que são valiosas para o desenvolvimento regional. “Eu quero pedir para que vocês, empresários, não abandonem o Rio Grande do Sul. Em momentos como este, ouvimos constantemente que em outros lugares o trabalho é melhor, as oportunidades são mais numerosas, os tributos são menores e a logística mais eficiente. Porém, esquecemos de reconhecer algo que o Rio Grande do Sul possui e que talvez outros estados não tenham: o coração do gaúcho. A nossa visão de mundo, a nossa maneira de fazer as coisas, é o que nos torna únicos”, afirma Pasin. O deputado sublinhou a força do povo gaúcho, destacando os desafios enfrentados em 2023 e 2024, quando enchentes devastadoras atingiram o Estado. “Mesmo diante das dificuldades que passamos em 2023 e 2024, nosso povo não desistiu. Buscamos ajuda, oferecemos apoio, e seguimos em frente, com coragem e determinação”, acrescentou Pasin, enfatizando que esse espírito é o que torna a região um exemplo de superação. Nova ponte de Santa Tereza: um marco na recuperação Em Santa Tereza, a comunidade comemorou a inauguração da nova ponte, um importante passo na recuperação do município após as severas enchentes. A ponte, construída sobre o Arroio 22, tem 30 metros de extensão e quatro metros de largura, com capacidade para suportar até 45 toneladas. A obra foi realizada por meio da parceria entre a Randoncorp, ArcelorMittal, Movimento Unidos por Bento, Instituto Elisabetha Randon, JB Engenharia, Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs), Prefeitura Municipal, e programa Reconstrói RS. “Esta ponte simboliza o que podemos conquistar quando trabalhamos juntos. É uma prova de que, mesmo diante de tantas dificuldades, o Rio Grande do Sul tem tudo o que precisa para se reerguer: a força de sua gente e a colaboração de empresas comprometidas com o bem-estar da população. Parabéns prefeita Gisele Caumo. Continue trabalhando, para que a nossa sociedade siga acreditando”, disse Pasin. A nova estrutura, que conecta as ruas Olympio Valduga e Ferdinando Ferronatto, beneficia diretamente as comunidades de São Valentim, Dolorata, Beltrame, Cesca, José Júlio, São José, Santo Estanislau e Sagrado Coração de Jesus, além de facilitar o acesso ao município de Bento Gonçalves, melhorando o comércio, escolas e serviços de saúde, marcando a recuperação da infraestrutura local. Encantado: união regional para a reconstrução Em Encantado, Pasin também participou da entrega de uma ponte que vai conectar a cidade a outros 10 municípios. A cerimônia, realizada na localidade de Palmas, contou com a presença de autoridades locais e regionais. O deputado destacou a importância do trabalho coletivo entre empresas e entidades locais para superar os danos causados pelas enchentes. O projeto “Construindo Pontes através do Associativismo”, que envolve empresas e entidades gaúchas, tem como objetivo ajudar na recuperação do Vale do Taquari, que ainda se recupera dos efeitos das enchentes. Além de recuperar a infraestrutura, a reconstrução da ponte em Palmas trará benefícios econômicos e sociais para os municípios de Anta Gorda, Arroio do Meio, Coqueiro Baixo, Doutor Ricardo, Ilópolis, Pouso Novo, Putinga, Relvado e Travesseiro, que também poderão utilizar o trecho. “O que vemos hoje é um exemplo da força da união regional. Essas pontes não são apenas infraestruturas físicas, mas símbolos da nossa determinação e da nossa capacidade de reconstrução”, conclui Pasin.

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Deputado Pasin realiza roteiro pelo interior do estado, ouvindo a população e fortalecendo laços com municípios gaúchos

Visitas tiveram início ainda no domingo, 9 de março, e seguem até sexta-feira, 14 Na terça-feira, 11 de março, o deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) deu sequência ao seu roteiro pelo interior do Rio Grande do Sul, com o objetivo de ouvir as demandas da população, conhecer as ações locais e estreitar os laços com os municípios. Durante o dia, o parlamentar passou por diversas cidades, visitando prefeituras, câmaras de vereadores e instituições locais. Em Cruz Alta, o deputado foi recebido pelo vereador Diogo Rafael, com quem teve uma conversa produtiva sobre as principais necessidades da cidade. “É sempre muito importante ter esse contato direto com os vereadores, que são os representantes da comunidade. O diálogo aberto é fundamental para que possamos juntos construir soluções para os desafios da nossa região”, destaca Pasin. De Fortaleza dos Valos, Pasin seguiu para uma reunião com correligionários do Progressistas e que contou com a presença dos vereadores Cleber Facco e Eraldo Lopes Pires Câmara. Lá, o parlamentar fez questão de ouvir as demandas locais e discutir propostas de desenvolvimento para o município. “O apoio dos nossos correligionários é essencial para a construção de um estado mais justo e desenvolvido. Estamos trabalhando para que as ações do nosso partido se traduzam em melhorias concretas para o povo”, afirma o deputado. Em Alto Alegre, Pasin foi até a Prefeitura para conhecer os projetos liderados pelo prefeito Silmar Demaman e secretários municipais, que seguem em andamento, além ouvir as necessidades da administração municipal. A Prefeitura de Espumoso também recebeu o deputado durante a terça-feira, onde ele teve a oportunidade de conhecer as ações implementadas pela gestão local. O parlamentar se reuniu com oprefeito Gerson Lopes Rodrigues Machado, ovice-prefeito Luciano Camargo Pazinato, osecretário de Coordenação e Planejamento Leonardo Comin, asecretária de Saúde Letiane Gugel Dolci, e osvereadores Fabiana Dolci Otoni, Ivone Capitanio Missio e Tomas Fiuza. “O trabalho das prefeituras é fundamental para a qualidade de vida dos cidadãos. Precisamos estar cada vez mais alinhados com as administrações municipais para potencializar as soluções”, comenta. A última visita do dia foi a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), em Tapera, onde Pasin conversou com educadores e alunos sobre os desafios enfrentados pela instituição e sobre as formas de apoio que o Estado pode oferecer. O encontro contou com a presença do prefeito Osvaldo Henrich Filho, o vice-prefeito Marcio Paulus, o presidente da Apae, Vitor Bento Marasca, e o secretário municipal de Desenvolvimento, Elias Goulart. “A Apae realiza um trabalho excepcional, e é nosso dever apoiar as instituições que cuidam das pessoas com deficiência”, ressalta o parlamentar. Já nesta quarta-feira, 12, o deputado segue com seu roteiro, visitando as cidades de Ernestina, Santo Antônio do Planalto, Carazinho, Sarandi, Passo Fundo e Marau. A agenda segue repleta de reuniões e encontros, onde o deputado continua ouvindo as demandas dos municípios e apresentando soluções para os problemas locais. “Meu trabalho é estar perto das pessoas, ouvir as suas necessidades e buscar, junto aos vereadores, prefeitos e líderes comunitários, as melhores soluções. A parceria entre os entes é fundamental para o crescimento do Rio Grande do Sul”, conclui.

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Deputado Guilherme Pasin prestigia a Expodireto Cotrijal e reforça apoio ao setor agrícola gaúcho

Parlamentar destaca a importância do evento como uma vitrine do agronegócio gaúcho e reafirma seu compromisso em fortalecer o setor agrícola com políticas focadas em inovação e geração de empregos Na manhã de segunda-feira, 10, o deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) esteve em Não-Me-Toque para prestigiar a abertura da Expodireto Cotrijal 2025. O evento, que é um dos maiores do setor agrícola no Brasil, reúne expositores e profissionais da área para discutir inovações e fortalecer o agronegócio. Durante a visita, Pasin percorreu os estandes da feira, conversou com representantes do setor e ressaltou a importância da Expodireto para o desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul. “A Expodireto Cotrijal é a grande vitrine do agronegócio gaúcho, mostrando a pujança e a força do nosso setor agrícola. Esse evento se tornou uma referência, e é aqui que podemos observar as inovações e tecnologias que farão o futuro do nosso campo”, afirma o deputado. Além disso, Pasin destacou o seu compromisso contínuo com ações e projetos que visam fomentar o crescimento do setor agrícola e garantir a continuidade do desenvolvimento econômico no estado. “Como deputado, tenho trabalhado para implementar políticas que garantam o fortalecimento do agronegócio, com foco em inovação e geração de emprego, para que o Rio Grande do Sul continue sendo protagonista na agricultura do Brasil e do mundo”, completa. A Expodireto Cotrijal 2025 segue até o dia 14 de março, reunindo milhares de pessoas e empresas em um evento que é considerado um dos mais importantes do agronegócio nacional.

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“O Brasil e o Rio Grande do Sul precisam crescer, e para isso, precisamos das pessoas trabalhando”, afirma deputado Guilherme Pasin

Segundo o parlamentar, foco em emprego formal e economia impulsionada pelo trabalho é a chave para a prosperidade do Rio Grande do Sul Durante reunião da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira, 26, o deputado Guilherme Pasin (Progressistas) fez uma reflexão contundente sobre a importância da emancipação financeira dos beneficiários dos programas assistenciais do governo federal. Pasin destacou que, embora não seja contra os benefícios sociais, o que realmente promove a prosperidade econômica e a melhoria das condições de vida das pessoas é a inserção no mercado de trabalho formal. Conforme o deputado, os programas assistenciais são extremamente importantes, principalmente quando visam a emancipação do cidadão. “Eles oferecem um suporte necessário para quem, muitas vezes, não tem uma rede de proteção. No entanto, o que vemos é que ao longo do tempo, os programas foram desvirtuados”, afirma. Ele pontuou que a ajuda governamental deve ser um trampolim para que as pessoas possam se inserir no mercado de trabalho formal e não se tornar dependentes dos benefícios a longo prazo. Estímulo à formalização de empregos e combate à informalidade Durante a sua manifestação, Pasin fez um alerta para o problema do incentivo à informalidade, um dos maiores malefícios dos programas assistenciais. “O beneficiário se depara com um mercado formal difícil, onde o excesso de tributação e a sobrecarga do Estado dificultam sua inserção. A consequência é a busca pela informalidade, que representa uma grande ameaça à nossa economia”, disse. O deputado também ressalta um dado alarmante em relação a utilização do recurso do programa Bolsa Família em sites de apostas, divulgados por meio de um levantamento realizado em agosto do ano passado. “Foram detectados R$ 3 bilhões oriundos do Bolsa Família sendo apostados em ‘bets’ – um grande absurdo. Dentro desse universo de apostadores, quatro milhões são chefes de família, aqueles que de fato recebem o benefício, e enviaram R$ 2 bilhões (67%) por Pix para as bets”, observa. Pasin critica a falta de fiscalização e a falha no modelo atual do programa, que acaba incentivando comportamentos prejudiciais à economia formal. “Isso detecta e demonstra que grande parte destes que estão recebendo benefícios assistenciais, por falta de fiscalização ou miopia no desenho do programa atual, estão no mercado informal, acabando com a nossa economia”, enfatiza. Urgência de mudanças para garantir o desenvolvimento O deputado também reforça a necessidade urgente de discutir e reformular os programas assistenciais para reintegrar os beneficiários ao mercado de trabalho formal. “A pujança do estado depende da formalidade dos empregos e do crescimento de seus setores produtivos. Precisamos trabalhar para resolver os dilemas que temos enquanto sociedade, reconhecendo a importância dos programas sociais para emancipar o cidadão, mas estimulando sua saída deles”, afirma Pasin. Durante a reunião, o deputado também compartilha relatos de empresários que enfrentam dificuldades para encontrar mão de obra qualificada. “Conversei recentemente com empreendedores do ramo de alimentação que me disseram que há falta de mão de obra para manter o atendimento diário, assim como empresas da região da Serra que precisaram fechar turnos de trabalho devido à escassez de recursos humanos. Estamos sendo impactados pela concorrência de mão de obra”, destaca. Pasin finaliza com um apelo pela ação imediata para enfrentar os desafios que o estado enfrenta. “Ou começamos a resolver esses dilemas e ajudamos a transformar a vida das pessoas por meio do emprego formal, ou vamos ficar apenas na retórica. O Brasil e o Rio Grande do Sul precisam crescer, e para isso, precisamos das pessoas trabalhando”, conclui.

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Deputado Guilherme Pasin critica a União sobre Usina de Candiota e falta de mão de obra no RS

Durante reunião da Comissão de Economia, o parlamentar fez um alerta sobre a escassez de mão de obra qualificada e criticou a União por não tomar medidas eficazes para garantir sua operação O deputado Guilherme Pasin (Progressistas) levantou preocupações sobre a situação da Usina Termelétrica de Candiota, localizada no município de Candiota, na região da Campanha, durante a reunião da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira, 26. Pasin critica a postura do governo federal em relação à usina e enfatizou a importância da manutenção de sua operação para a economia local, que gera milhares de empregos e contribui de forma significativa para a movimentação da cidade. Além disso, o parlamentar fez um alerta sobre a escassez de mão de obra qualificada em diferentes setores do estado. Pasin defende que o funcionamento da Usina de Candiota deva ser mantido, considerando seu papel vital para a geração de empregos na cidade. “É riqueza para aquele município, é geração de emprego para quem quer trabalhar e vejam o absurdo que estamos vivendo: o povo lá quer trabalhar, se desenvolver, enquanto em outros lugares a gente não tem mais mão de obra”, afirma o deputado. Ele destaca que, apesar do complexo representar uma pequena parte da matriz energética do Brasil, a manutenção dos empregos gerados por ele é essencial para a prosperidade da região. Falta de mão de obra e a necessidade de um debate urgente sobre o tema O deputado também chama a atenção para a crescente falta de mão de obra qualificada em diversas regiões do estado. Segundo Pasin, há uma discrepância entre a demanda por trabalhadores e a oferta de pessoal disponível. Ele destaca a urgência de iniciar uma discussão sobre estratégias para resolver a escassez de força de trabalho. “Essa Comissão precisa começar o debate sobre a mão de obra gaúcha por essência. É inacreditável, quando conversamos com comerciantes de pequena monta até grandes industriais, da cidade ou do campo, que nos falam estão com vagas abertas de trabalho e não há gente para trabalhar”, afirma o parlamentar, sugerindo que a escassez de trabalhadores qualificados está afetando o desenvolvimento econômico em diversas áreas. Em suas colocações, Pasin critica a forma como os programas assistenciais, como o Bolsa Família, têm incentivado muitas pessoas a não retornarem ao mercado de trabalho formal. “O que eu quero provocar aqui é que estamos fracassando como geração. A gente está achando que tudo é benefício assistencial e que vamos resolver as coisas somente com recurso público”, afirma. Ele defende a importância de resgatar a cultura do trabalho e a busca pela dignidade por meio da formalização do emprego. Reflexão sobre o futuro e os desafios para o desenvolvimento do Estado Pasin também fez um alerta para os riscos em continuar dependendo dos programas assistenciais como solução para o desenvolvimento econômico. “Hoje falta mão de obra. Amanhã vai faltar dinheiro para todos, pois quando você não tem o que dividir, todos perdem. Essa é a reflexão que devemos fazer, quando, ao mesmo tempo, o governo federal trabalha para acabar com milhares de empregos em Candiota”, conclui. 

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Pasin apresenta projetos de Lei “Anti-Oruam” e de monitoramento de segurança pública

Propostas visam aprimorar a segurança pública com tecnologia de ponta e garantir que recursos públicos para cultura sejam aplicados de forma ética e responsável Na sessão plenária desta quarta-feira (26), no Plenário 20 de Setembro da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o deputado Guilherme Pasin (Progressistas) apresentou dois projetos de lei de sua autoria, solicitando o apoio dos colegas parlamentares para a aprovação das propostas. Os projetos visam aprimorar a segurança pública e regulamentar o uso de recursos públicos em iniciativas culturais. O deputado destacou a importância de ambos os projetos para o desenvolvimento e bem-estar da sociedade gaúcha, reforçando a necessidade de ações efetivas em áreas importantes como segurança e cultura. Projeto de Lei 58/2025 – Política Estadual Integrada de Monitoramento Inteligente de Segurança Pública De acordo com o documento, o projeto propõe a criação da Política Estadual Integrada de Monitoramento Inteligente da Segurança Pública, com a implementação de videomonitoramento e sistemas de reconhecimento facial em diversas regiões do Rio Grande do Sul. De acordo com o deputado Pasin, o modelo de monitoramento utilizado em São Paulo tem gerado bons resultados, com a captura de criminosos por meio da tecnologia integrada entre as forças de segurança. A proposta de Pasin prevê a cooperação entre diversos órgãos do estado, como a Secretaria de Segurança Pública, Brigada Militar, Polícia Civil, além de prefeituras municipais, Guardas Civis Municipais e outras entidades, com o objetivo de criar um sistema de videomonitoramento interligado a um banco de dados de procurados, facilitando a captura de criminosos. O deputado acredita que a adoção dessa tecnologia será fundamental para melhorar a segurança no estado. “Eu tenho convicção de que este projeto exitoso no estado de São Paulo pode ser extremamente importante para o estado do Rio Grande do Sul. Este projeto, desenvolvido em parceria com a vereadora de Porto Alegre, Mariana Lescano, será de extrema importância para a nossa sociedade”, afirma. Projeto de Lei 61/2025 – Alteração na Lei de Incentivo à Cultura para proibir o financiamento de projetos culturais que incentivem a violência ou crimes O Projeto tem como objetivo regulamentar o uso de recursos públicos em projetos culturais, com um foco claro no direcionamento do fomento à cultura para atividades que promovam a economia criativa, ao invés de incentivar conteúdos que possam incitar crimes ou atitudes prejudiciais à sociedade. “Recurso público é recurso sagrado, precisa ser cuidado nas minúcias. Como parlamentar, eu desejo que o dinheiro deva ir realmente para onde a nossa população tem necessidade e precisa de tal investimento”, afirma Pasin, ressaltando a importância de priorizar projetos que realmente contribuam para o desenvolvimento cultural da população. A proposta, intitulada “Lei Anti-Oruam”, visa proibir a utilização de verba pública para fomentar projetos culturais que promovam conteúdos inadequados, como apologia ao crime e à sexualidade explícita, utilizando recursos públicos para tais iniciativas. Pasin se refere ao caso do rapper Oruam, conhecido por suas letras que, segundo ele, incentivam comportamentos criminosos. “Eu sou a favor da liberdade. Mas não com recursos públicos. Nós precisamos primar pelo bom uso dele. E é justamente por isso que o projeto de lei 61/2025, que apresento aos senhores, se mostra extremamente necessário para os dias de hoje, porque dinheiro público de fomento à cultura precisa ser alocado para projetos que visem o desenvolvimento de atividades culturais, economia criativa e não apologia de crimes”, destaca.

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Pasin defende a inserção no mercado formal como chave para o crescimento do RS e do Brasil

Segundo o parlamentar, foco em emprego formal e economia impulsionada pelo trabalho é a chave para a prosperidade do Rio Grande do Sul Durante reunião da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira, 26, o deputado Guilherme Pasin (Progressistas) fez uma reflexão contundente sobre a importância da emancipação financeira dos beneficiários dos programas assistenciais do governo federal. Pasin destacou que, embora não seja contra os benefícios sociais, o que realmente promove a prosperidade econômica e a melhoria das condições de vida das pessoas é a inserção no mercado de trabalho formal. Conforme o deputado, os programas assistenciais são extremamente importantes, principalmente quando visam a emancipação do cidadão. “Eles oferecem um suporte necessário para quem, muitas vezes, não tem uma rede de proteção. No entanto, o que vemos é que ao longo do tempo, os programas foram desvirtuados”, afirma. Ele pontuou que a ajuda governamental deve ser um trampolim para que as pessoas possam se inserir no mercado de trabalho formal e não se tornar dependentes dos benefícios a longo prazo. Estímulo à formalização de empregos e combate à informalidade Durante a sua manifestação, Pasin fez um alerta para o problema do incentivo à informalidade, um dos maiores malefícios dos programas assistenciais. “O beneficiário se depara com um mercado formal difícil, onde o excesso de tributação e a sobrecarga do Estado dificultam sua inserção. A consequência é a busca pela informalidade, que representa uma grande ameaça à nossa economia”, disse. O deputado também ressalta um dado alarmante em relação a utilização do recurso do programa Bolsa Família em sites de apostas, divulgados por meio de um levantamento realizado em agosto do ano passado. “Foram detectados R$ 3 bilhões oriundos do Bolsa Família sendo apostados em ‘bets’ – um grande absurdo. Dentro desse universo de apostadores, quatro milhões são chefes de família, aqueles que de fato recebem o benefício, e enviaram R$ 2 bilhões (67%) por Pix para as bets”, observa. Pasin critica a falta de fiscalização e a falha no modelo atual do programa, que acaba incentivando comportamentos prejudiciais à economia formal. “Isso detecta e demonstra que grande parte destes que estão recebendo benefícios assistenciais, por falta de fiscalização ou miopia no desenho do programa atual, estão no mercado informal, acabando com a nossa economia”, enfatiza. Urgência de mudanças para garantir o desenvolvimento O deputado também reforça a necessidade urgente de discutir e reformular os programas assistenciais para reintegrar os beneficiários ao mercado de trabalho formal. “A pujança do estado depende da formalidade dos empregos e do crescimento de seus setores produtivos. Precisamos trabalhar para resolver os dilemas que temos enquanto sociedade, reconhecendo a importância dos programas sociais para emancipar o cidadão, mas estimulando sua saída deles”, afirma Pasin. Durante a reunião, o deputado também compartilha relatos de empresários que enfrentam dificuldades para encontrar mão de obra qualificada. “Conversei recentemente com empreendedores do ramo de alimentação que me disseram que há falta de mão de obra para manter o atendimento diário, assim como empresas da região da Serra que precisaram fechar turnos de trabalho devido à escassez de recursos humanos. Estamos sendo impactados pela concorrência de mão de obra”, destaca. Pasin finaliza com um apelo pela ação imediata para enfrentar os desafios que o estado enfrenta. “Ou começamos a resolver esses dilemas e ajudamos a transformar a vida das pessoas por meio do emprego formal, ou vamos ficar apenas na retórica. O Brasil e o Rio Grande do Sul precisam crescer, e para isso, precisamos das pessoas trabalhando”, conclui.

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Em seminário, deputado Pasin reforça a importância do desassoreamento de rios e arroios

Durante sua participação, deputado destaca que o desassoreamento é uma solução permanente e essencial para evitar desastres naturais futuros, como enchentes, e pediu agilidade nas políticas públicas O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) fez um alerta contundente sobre a urgência das políticas de desassoreamento no Rio Grande do Sul, durante sua participação no seminário “O desassoreamento de rios no estado do RS – De Urgência a Emergência no Pós-enchente”, realizado nesta segunda-feira (24), na Assembleia Legislativa. O evento foi promovido pelo gabinete do deputado Capitão Martin (Republicanos) e reuniu especialistas e autoridades para discutir o impacto do desassoreamento na prevenção de enchentes e desastres naturais. Pasin iniciou sua fala destacando a importância de agilidade nas ações para evitar que tragédias como as recentes enchentes voltem a se repetir. “2024 passou e parece que muitos esqueceram tudo aquilo que sofremos”, enfatizando a necessidade de tratar o desassoreamento como uma prioridade permanente, uma vez que os rios do Estado continuam sendo um risco constante para a segurança das comunidades ribeirinhas. Conforme o parlamentar, o processo de desassoreamento em rios e arroios do estado é essencial para garantir vida aos municípios ribeirinhos e, por isso, precisa ser feito constantemente. “Não é uma chave que gira e resolve tudo de uma vez. O desassoreamento é uma atividade permanente que precisa ser concebida por nossa sociedade com um orçamento específico e uma política clara. Não podemos tratar isso como uma ação pontual, mas como uma estratégia de longo prazo”, afirma o parlamentar, reforçando a necessidade de um compromisso contínuo e sustentável para garantir a segurança e a resiliência das cidades diante das intempéries climáticas. Deputado critica ideologização em projeto de desassoreamento e defende ações urgentes Além de enfatizar a urgência das ações, Pasin critica a ideologização que, segundo ele, tem travado o avanço de políticas públicas essenciais, como o desassoreamento. “Clamo que todos nos ajudem a fazer esse projeto andar na Assembleia Legislativa. Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, mas depois caiu na gaveta da ideologia. Não podemos confundir ideologia com ações que buscam salvar vidas e garantir a segurança da economia das hidrovias. O tempo vai passar e, se não tomarmos atitudes agora, os problemas de amanhã serão os mesmos que vivemos em 2024”, alerta. O deputado também aponta os avanços proporcionados pelo Programa Desassorear RS, que destinou R$ 300 milhões para 154 municípios que se tornaram elegíveis via edital. No entanto, Pasin destaca que, embora seja um bom começo, são necessários mais investimentos e a continuidade de ações na política de prevenção, para garantir que o desassoreamento seja uma medida permanente e eficaz. No seminário, o deputado reitera que o desassoreamento deve ser tratado como uma política pública contínua, com segurança jurídica e mais recursos para garantir a estabilidade das hidrovias e o desenvolvimento das comunidades ribeirinhas. “O desassoreamento é a base para a prevenção de tragédias futuras. A nossa sociedade precisa se engajar e não repetir os erros do passado. Se não houver uma política permanente, vamos continuar sofrendo as consequências de nossa omissão”, finaliza.

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“O ano de 2024 passou e parece que muitos esqueceram tudo aquilo que sofremos”, alerta deputado Pasin

Durante sua participação, deputado destaca que o desassoreamento é uma solução permanente e essencial para evitar desastres naturais futuros, como enchentes, e pediu agilidade nas políticas públicas O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas)fez um alerta contundente sobre a urgência das políticas de desassoreamento no Rio Grande do Sul, durante sua participação no seminário “O desassoreamento de rios no estado do RS – De Urgência a Emergência no Pós-enchente”, realizado nesta segunda-feira, 24, na Assembleia Legislativa. O evento foi promovido pelo gabinete do Deputado Capitão Martin (Republicanos) e reuniu especialistas e autoridades para discutir o impacto do desassoreamento na prevenção de enchentes e desastres naturais. Pasin iniciou sua fala destacando a importância de agilidade nas ações para evitar que tragédias como as recentes enchentes voltem a se repetir. “2024 passou e parece que muitos esqueceram tudo aquilo que sofremos”, enfatizando a necessidade de tratar o desassoreamento como uma prioridade permanente, uma vez que os rios do Estado continuam sendo um risco constante para a segurança das comunidades ribeirinhas. Conforme o parlamentar, o processo de desassoreamento em rios e arroios do estado é essencial para garantir vida aos municípios ribeirinhos e, por isso, precisa ser feito constantemente. “Não é uma chave que gira e resolve tudo de uma vez. O desassoreamento é uma atividade permanente que precisa ser concebida por nossa sociedade com um orçamento específico e uma política clara. Não podemos tratar isso como uma ação pontual, mas como uma estratégia de longo prazo”, afirma o parlamentar, reforçando a necessidade de um compromisso contínuo e sustentável para garantir a segurança e a resiliência das cidades diante das intempéries climáticas. Deputado critica ideologização em projeto de desassoreamento e defende ações urgentes Além de enfatizar a urgência das ações, Pasin critica a ideologização que, segundo ele, tem travado o avanço de políticas públicas essenciais, como o desassoreamento. “Clamo que todos nos ajudem a fazer esse projeto andar na Assembleia Legislativa. Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, mas depois caiu na gaveta da ideologia. Não podemos confundir ideologia com ações que buscam salvar vidas e garantir a segurança da economia das hidrovias. O tempo vai passar e, se não tomarmos atitudes agora, os problemas de amanhã serão os mesmos que vivemos em 2024”, alerta. O deputado também aponta os avanços proporcionados pelo Programa Desassorear RS, que destinou R$ 300 milhões para 154 municípios que se tornaram elegíveis via edital. No entanto, Pasin destaca que, embora seja um bom começo, são necessários mais investimentos e a continuidade de ações na política de prevenção, para garantir que o desassoreamento seja uma medida permanente e eficaz. No seminário, o deputado reitera que o desassoreamento deve ser tratado como uma política pública contínua, com segurança jurídica e mais recursos para garantir a estabilidade das hidrovias e o desenvolvimento das comunidades ribeirinhas. “O desassoreamento é a base para a prevenção de tragédias futuras. A nossa sociedade precisa se engajar e não repetir os erros do passado. Se não houver uma política permanente, vamos continuar sofrendo as consequências de nossa omissão”, finaliza.

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Pasin propõe alteração na Lei de Incentivo à Cultura para proibir o financiamento de projetos culturais que incentivem a violência ou crimes

Proposta visa assegurar que os recursos públicos sejam direcionados para a cultura que respeita os valores éticos e sociais da sociedade gaúcha O deputado estadual Guilherme Pasin (Progressistas) apresentou um projeto de lei que altera a Lei nº 13.490/2010, que institui o Sistema Estadual Unificado de Apoio e Fomento às Atividades Culturais, Pró-Cultura, com o objetivo de impedir que recursos públicos sejam destinados a projetos culturais que promovam a violência, a criminalidade, o uso de drogas ou qualquer forma de abuso e exploração de crianças e adolescentes. A proposta, inspirada no projeto de lei da vereadora paulistana Amanda Vettorazzo (União Brasil), e também replicada na Câmara de Vereadores de Porto Alegre pela deputada Mariana Lescano (Progressistas), foi apresentada no parlamento gaúcho como uma resposta a situações que têm gerado controvérsia em outros estados, como o caso do cantor Oruam. Seus shows foram cancelados em diversas cidades devido ao conteúdo de suas músicas, que incitam a violência e o crime. “Defendo plenamente a liberdade. No entanto, como estamos lidando com recursos públicos, acredito que não é adequado utilizá-los para promover ou incitar crimes, ou ainda para estimular o uso de drogas”, destaca o deputado Guilherme Pasin. O projeto de lei inclui no artigo 4º da legislação estadual, um novo dispositivo, que veda o financiamento de qualquer projeto cultural que envolva, em sua execução ou apresentação, apologia à criminalidade, ao uso de drogas, à exploração sexual de crianças e adolescentes, ou que tenha conteúdo erótico ou sexual. Caso o projeto não cumpra as novas exigências, os recursos já recebidos por meio do sistema Pró-Cultura do governo do Estado deverão ser devolvidos, conforme estabelecido no texto da proposta. Segundo Pasin, se programações como essa forem realizadas com recursos privados, não há restrição. “O grande problema surge quando são realizados eventos que incitam crimes utilizando recursos públicos”, afirma o deputado. Ele destaca ainda que, embora defenda a liberdade de expressão, eventos que promovem a incitação ao crime não podem ser financiados com o dinheiro oriundo de impostos pagos pela população. Proposta destaca a importância de valores éticos na cultura Segundo Pasin, a mudança visa preservar a integridade e os bons princípios da sociedade gaúcha, especialmente em tempos de crescente violência e problemáticas sociais. “A arte e a cultura têm um papel fundamental na educação e no fortalecimento dos valores humanos. Os recursos públicos não podem ser usados para financiar projetos que incentivem o crime ou prejudiquem nossa juventude”, diz o parlamentar. O deputado também destaca a relevância da proposta como um mecanismo de controle mais rígido, permitindo que cidadãos possam denunciar eventuais descumprimentos junto aos órgãos de fiscalização do Estado. “Essa é uma medida para garantir que o dinheiro do povo seja investido em ações culturais que, de fato, promovam o bem-estar das pessoas. Estamos falando de uma questão de ética e responsabilidade”, conclui. Ainda, conforme o parlamentar, o projeto de lei está alinhado com os princípios da Constituição Estadual e da Constituição Federal, que asseguram aos Estados a competência para legislar sobre cultura e patrimônio cultural. A alteração também visa garantir que os recursos do Pró-Cultura sejam destinados a projetos que, ao invés de promoverem conteúdos prejudiciais, sejam voltados para a educação, inclusão social e promoção de valores positivos. “Este projeto de lei é uma medida de proteção à nossa sociedade, principalmente às famílias gaúchas. Precisamos direcionar os recursos para iniciativas que promovam a cultura de paz, o respeito e a educação, criando oportunidades para todos e, principalmente, para as novas gerações”, finaliza.

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