20 de maio de 2026

Comissão aprova requerimento de audiência pública para debater limites do Simples Nacional e do MEI

Proposta pelo deputado Guilherme Pasin, a iniciativa debaterá os gargalos do atual modelo e levará as demandas do empresariado gaúcho para comissão especial em Brasília. A Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (20), o requerimento para a realização de uma audiência pública sobre o Simples Nacional. O debate focará no enquadramento e nos limites de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) e das empresas do Simples Nacional. De autoria do deputado estadual Guilherme Pasin (Requerimento n.º 9/2026), o encontro visa mobilizar o setor produtivo e o poder público para discutir as barreiras impostas pelo atual sistema tributário aos pequenos negócios. Para o parlamentar, a estagnação dos limites de faturamento pune quem busca crescer. “O governo está sendo contra os pequenos negócios, trava o crescimento formal e a oportunidade de prosperar. Estamos propondo um debate amplo, para escutar as entidades patronais”, destacou Pasin ao defender a iniciativa. O objetivo é que todo o material, dados e relatos colhidos durante a audiência sejam formalmente encaminhados à Comissão Especial que trata do assunto em Brasília. Dessa forma, garante-se que a visão, a realidade e os apelos do empresariado do Rio Grande do Sul sejam levados em consideração na formulação de políticas federais. Participação do setor produtivoPara garantir a representatividade da discussão, o requerimento prevê convites a deputados (estaduais e federais), senadores e representantes do Governo do Estado. Entidades da sociedade civil e do setor produtivo também serão chamadas para o debate. Entre as dezenas de instituições convidadas estão SEBRAE/RS, FECOMÉRCIO, FEDERASUL, FIERGS, Federação Varejista do RS, SINDHA, ABRASEL, AGAS, OAB/RS, ABIH/RS além de diversos sindicatos atacadistas, varejistas, de hotelaria, gastronomia e associações comerciais de várias regiões do Estado.

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Comissão aprova parecer de projeto de Pasin que reforça fiscalização e segurança no setor óptico

A Comissão de Economia, Trabalho, Desenvolvimento Sustentável e Turismo da Assembleia Legislativa aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (20), o parecer favorável ao Projeto de Lei (PL) nº 321/2025, de autoria do deputado estadual Guilherme Pasin. A proposta atualiza as regras para a comercialização de produtos ópticos no Rio Grande do Sul, com o objetivo de ampliar o controle sanitário. A iniciativa surge como resposta a um cenário alarmante no Estado. Segundo estimativas do setor, cerca de 40% dos estabelecimentos ópticos gaúchos operam em desconformidade com a legislação vigente. Muitos desses locais funcionam sem o devido licenciamento sanitário ou sem a presença de um profissional habilitado, colocando em risco a saúde da população. “Quando falamos do setor óptico, não estamos lidando com uma simples relação de consumo, mas com a saúde pública dos gaúchos. A aprovação desse projeto é um freio nas irregularidades. Queremos garantir que o consumidor tenha a segurança de ser atendido por profissionais capacitados e, ao mesmo tempo, respaldar quem já trabalha de forma correta e rigorosa”, destacou o deputado Guilherme Pasin”, destacou o deputado Guilherme Pasin. Entre as principais mudanças estabelecidas pelo texto está a nova classificação da atividade óptica, que passa a ser enquadrada como de assistência à saúde de risco médio. Com essa adequação, a comercialização de produtos e a prestação de serviços deverão ocorrer exclusivamente em estabelecimentos devidamente licenciados pela Vigilância Sanitária, mediante um alvará de funcionamento que deverá ser renovado anualmente. A proposta também reforça a segurança no atendimento ao tornar obrigatória a presença física de um Técnico em Óptica como responsável técnico. Além disso, para proteger os consumidores de práticas inadequadas, o projeto proíbe expressamente que os estabelecimentos indiquem ou aconselhem o uso de lentes de grau sem a devida prescrição médica. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material Óptico do RS – Sindióptica-RS, André Luiz Roncatto, acompanhou a votação na comissão e celebrou o avanço da matéria. “Essa aprovação representa um marco para a saúde visual no Estado. Com a exigência do técnico presencial e uma fiscalização mais rigorosa, proposta pelo deputado Pasin, vamos garantir que a população seja atendida com a segurança e a responsabilidade que a área exige”, avaliou Roncatto. O PL segue agora seu trâmite regimental nas demais comissões de mérito da Assembleia Legislativa antes de ser encaminhado para votação em plenário.

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